segunda-feira, 26 de dezembro de 2011

A TRANSFORMAÇÃO DA TERRA



A TRANSFORMAÇÃO DA TERRA

Há uma grande transformação acontecendo na Terra que alterará o modo como os seres humanos interagem uns com os outros, assim como as maneiras pelas quais cada um se percebe como relacionados com o resto da humanidade. Esta transformação é iniciada por uma força de luz que está se fortalecendo no planeta, realizada por uma intenção Divina que criou este momento há muito tempo, no início do tempo. Todos que estão aqui, hoje, estão sendo levados à consciência do nível de expressão da alma e são levados também à consciência de sua unidade com cada alma. A partir desta consciência emergente virá um novo início para a Terra- um início que afetará cada área da vida, da área política, à social, à econômica, aos modos nos quais as pessoas se relacionam com as tarefas fundamentais da vida diária. Não há nenhum aspecto da vida que não seja afetado pela mudança na consciência humana que agora está ocorrendo.

O processo de transformação, também conhecido como "purificação", é um meio através do qual o ser humano no corpo, coração, mente e espírito pode se tornar uno com a sua identidade mais elevada, liberto das limitações criadas pela presença da separação de Deus. A purificação liberta o ser encarnado para se tornar mais do que era capaz anteriormente. Ele permite ao ser emergir das cadeias que o reteram à medida que ele cresce na luz, da compreensão e da unidade com todos. Não há maior liberdade que Deus tem a oferecer à humanidade do que isto – ser capaz de se tornar tudo o que se mantém como uma possibilidade dentro do ser. É esta liberdade que o processo de purificação e de transformação aciona.

Como resultado destas mudanças, aquilo que foi mantido na escuridão até agora, deverá ser retornado à Luz. Aquilo que parecia alienado e solitário descobrirá a sua unidade com outros. E aquilo que parecia vazio e ansioso por algo desconhecido que não poderia ser encontrado, finalmente será preenchido através da experiência da Unidade com Deus e com toda a vida. 

ESPERANÇA PARA A TERRA

O futuro da Terra está em suas mãos, e não somente em nossas mãos, mas em nossos corações, em nossas mentes e na habilidade que cada um de nós tem para contribuir com a vasta rede de luz e da consciência da qual formamos uma parte. Esta rede inclui cada alma viva e permite a cada um de nós fazer mais uma contribuição com o todo da vida do que o nosso ser menos elevado teria acreditado ser possível. Entretanto, a verdade é que cada coração e cada vida fazem uma diferença de imensas proporções com o resultado do que será. Por esta razão, cada um de nós deve assumir a responsabilidade pelo que pensamos e sentimos e que compreendamos que é somente pela purificação de nossas emoções, de nossos pensamentos e do nosso corpo de energia que uma nova vida para a Terra pode começar e novas soluções serão encontradas aos velhos problemas que têm afetado à humanidade e continuam a assim fazer.

A escolha é nossa e as possibilidades são grandes. Pois em cada coração há um desejo pela paz, e em cada coração há pesar pelo sofrimento dos outros, assim como pelo nosso. Entretanto, a nossa dificuldade em conceber a nossa própria interligação com os outros e o nosso sentimento de sermos pequenos e não grandes, podem impedir o tipo de alinhamento com a luz que é tão intensamente necessário hoje, a fim de levar a consciência da humanidade ao próximo nível de sua expressão.

Hoje, há esperança para a Terra e para cada alma que habita a sua esfera e se situa nisto: que através do maior advento da luz na Terra, nós estamos nos tornando mais conscientes de nosso relacionamento interior com o outro e com as nossas próprias almas, e a partir deste sentimento de interligação, se desenvolverá uma imediação do amor e da responsabilidade que não mais permite as divisões entre os grupos e entre as nações que atualmente existe.

Este amor se mostrará não somente na ação externa, mas no conhecimento interior, e não apenas no desejo de fazer o bem, mas no desejo de se tornar um representante e uma personificação daquilo que é bom, ou seja, Deus. Este então é o apelo a todas as nações – é um convite para as pessoas de todos os lugares para enfrentarem o desafio e perceberem a oportunidade deste momento crucial na história humana com um sentimento de esperança e de visão. É um chamado para encontrar o coração de Deus a partir de um espaço dentro do nosso que busque a expressão de nossa alma e a presença de uma paz duradoura.

WorldBlessings.net é um espaço on line de encontro espiritual para pessoas de todas as fés, dedicado à união das almas e à criação de uma terra sagrada, que oferece apoio espiritual e ensinamentos para uma vida sagrada.

Publicado em Maio de 2010

Tradução: Regina Drumond – reginamadrumond@yahoo.com.br

fonte: http://claudiovelasco.ning.com

 

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2012: ESTAMOS NOS DIRIGINDO PARA UMA MUDANÇA DIMENSIONAL?



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2012: ESTAMOS NOS DIRIGINDO PARA UMA MUDANÇA DIMENSIONAL?

Tem havido manifestações por décadas sobre uma iminente mudança dimensional, contanto que a humanidade possa elevar suficientemente as suas "vibrações". Mas o que isto realmente significa?

Uma perspectiva é que estamos atualmente vivendo na 3ª dimensão (ou vibração), e nos dirigindo para a 4ª. A 3ª é caracterizada por massa, peso, volume e as lições do 3º centro de energia/chacra do corpo, representando a auto-estima, o respeito próprio, a generosidade e a ética. A 4ª dimensão/vibração representa o 4º Chacra, ou Chacra Cardíaco, que envolve lições de aprendizagem do amor e do perdão.

Como este trabalho de teoria "vibracional" funciona? A Física Quântica tem respostas possíveis a esta questão, notavelmente a "Teoria de Campo das Cordas", apoiada por muitos cientistas. Um famoso físico é o Dr. Michio Kaku, em cujos livros sobre a Teoria das Cordas, ele sugere que o universo começou um pouco como a corda de uma guitarra que foi tangida, criando uma série de bolhas de sabão que se expandiram, ou dimensões, todas vibrando em níveis diferentes. Em outras palavras, as partículas subatômicas que formam os átomos, acredita-se que sejam formados de super cordas que vibram, e as notas que elas emanam, então se transferem para a matéria.

"O universo é uma Sinfonia", diz o Dr. Kaku. "A mente de Deus é música cósmica que ressoa através do hiper-espaço em 11 dimensões".

O interessante é que o Dr. Kaku sente que a humanidade está posicionada para mudar do seu estado na 3ª Dimensão para dimensões mais elevadas, se ela puder superar a sua natureza autodestrutiva. Isto requer, se deduziria, um aumento em nosso estado vibracional. Isto é algo que acontecerá naturalmente, ou temos que trabalhar nisto?

Determinadas atividades têm sido conhecidas por elevar as vibrações, tais como o canto, a meditação, a prece, manter-se saudável, crescer através dos desafios da vida, e fazer coisas que nos deixem felizes.

Mas isto pode também acontecer naturalmente, usualmente como resultado da orientação interior, onde somos instintivamente atraídos para determinados alimentos, circunstâncias, ou estilos de vida, e repelidos por outros.

Por exemplo, em uma vibração mais elevada, nós usualmente não queremos mais comer ou beber determinados alimentos, tais como, o café, o chá ou a carne, os quais são densos e podem afetar a energia do corpo. Podemos começar a evitar produtos químicos de limpeza em casa, e preferirmos usar tecidos naturais em nossa pele.

Outros sintomas temporários podem ser enxaquecas, refletindo a expansão do chacra coronário, sintomas de gripe, pois as toxinas estão sendo liberadas, náuseas e diarréia, pois o chacra do plexo solar libera o medo, a raiva e o ressentimento armazenados. Os músculos podem doer, se houver bloqueios impedindo o fluxo de energia, distúrbios emocionais sem razão, enquanto os bloqueios emocionais são liberados, e problemas respiratórios podem ocorrer quando o chacra cardíaco começa a se abrir.

A elevada sensibilidade é também comum, a ruídos, luz, odores, sabores e pessoas. Similarmente, alguns começam a desenvolver a telepatia, a intuição, a ver espíritos e em outras dimensões. Explicando mais isto, é útil nos lembrarmos de que as vibrações operam como freqüências de sinais de rádio. Em outras palavras, nós veremos, sentiremos, afetaremos e perceberemos somente aquilo em que estivermos sintonizados em determinado estágio particular em nossa existência. Isto não quer dizer que outros estados vibracionais ou mundos não existam.

Pode ocorrer a fadiga, causada por mudança na energia através do corpo espiritual, designada para curar os corpos: físico, mental, emocional e espiritual. A insônia temporária é comum, em casos onde o corpo é incapaz de armazenar a energia excessiva, devido ao bloqueio e congestão.

Alguns relatam ganho de peso, o que aparentemente ajuda a ancorar e a manter as grades de luz nas áreas onde nós vivemos. A gordura do corpo se torna cristalina, e é distribuída uniformemente ao redor de cada célula para permitir que todo o corpo aja como um diapasão mantendo uma nova vibração.

Os especialistas dizem que a razão dada para este desconforto durante o processo de transição é que a nossa freqüência mais elevada, o corpo não físico está mudando sem sincronicidade com o nosso corpo físico mais denso, causando sensações desconfortáveis temporariamente. Há uma ativação dos cordões adicionais do DNA (nós usamos somente 2 dos 12 no momento) a um nível celular que causa estas mudanças.. Para aliviar estes sintomas, é recomendado beber água pura, adicionar cristais para energizar a água, fazer refeições leves, exercícios leves para permitir que a energia flua. Quando é feita a completa separação, os sintomas desaparecem.

As vibrações se elevam subitamente? Não. Nós tendemos a vir e ir de uma dimensão a outra, até que comecemos a passar mais tempo em uma ou em outra.

Ao elevarmos as nossas vibrações, nós começamos a viver conscientemente, e acessarmos as nossas conexões com o nosso Eu Superior, com os nossos Guias Espirituais e Seres mais elevados de Luz. Nós começamos a receber orientação e informação do Espírito universal, o que preenche as nossas vidas com alegria, harmonia e paz interior. E o mais importante: nós estamos nos preparando para uma mudança mais permanente para uma vibração mais elevada, para uma existência mais agradável e satisfatória, livre dos limites e restrições na vida da 3ª Dimensão.

Angela Clarke é autora, tendo publicado o seu primeiro romance, intitulado "A Sinfonia de 2012", em 2008.

www.2012thesymphony.com. Antes de se tornar uma escritora, Angela trabalhou como consultora de negócios. Ela atualmente vive entre Londres e o Sul da França.

Anjo de Luz

Tradução: Regina Drumond - reginamadrumond@yahoo.com.br

 

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quinta-feira, 22 de dezembro de 2011

TER OU SER???

 

TER OU SER ???
 
O que nos impulsiona na direção do ter, do consumir, do poder? O dinheiro, que deveria ser complemento de felicidade, passou a ser um fim em si mesmo. Por quê? Em uma sociedade baseada em valores materiais, o homem continua cada vez mais angustiado, automatizado, aflito e infeliz. Consome vorazmente o que pode. Quando não pode, sente-se inferior, pequeno, sem valor. Psíquica e morbidamente obeso, tem uma fome que não consegue saciar, porque não procura o alimento adequado à sua verdadeira natureza. Seus referenciais são representados pelo que pode obter com o modo de vida capitalista: bem sucedido é aquele que possui roupas de grife, carros, posição social, poder e, principalmente, dinheiro, muito dinheiro. Acumulando coisas, o ser humano passa a ser, ele também, coisa: de possuidor passa a possuído. Em tal condição, descarta e é descartado.

Como podemos deixar que os objetos, que deveriam nos servir, passem a ser desesperadamente perseguidos por nós, como se fossem uma meta em si próprios? Ter, ter e mais ter, para quê? Nas ruas, no trabalho, no contato com os outros, não há mais tempo para sentir a vida. Tudo precisa ser rapidamente consumido: refeições, atividades, tarefas. O dia, que vemos voar, deixa-nos cada vez mais a sensação de vazio, de dever não cumprido, porque se tornou muito curto diante das nossas obrigações.

Assim, a vida é inutilmente queimada no fogo da vaidade, da ganância, da futilidade, tornando-se insuportavelmente fugaz. Como se fosse grão de areia, escapa entre nossos dedos e chega ao fim sem ter sido realmente vivida. A conseqüência do ter, em detrimento do ser, é o esvaziamento moral, afetivo e espiritual. Sentimos a frieza do outro, sua falta de calor, de respeito e, principalmente, de amor, sem perceber que também somos condutores de frieza e de ausência de afeto. O homem destrói por ganância o meio em que vive. Predador e cruel, importa-se apenas com o lucro que poderá auferir. Os meios de propaganda, com apelos cada vez maiores e mais fortes na direção do consumo, tornaram-se os reais condutores de nossas existências. Somos seus meros escravos.

É preciso parar para pensar no que precisa ser feito diante disso tudo: buscar nas profundezas do nosso ser o antídoto que nos permita ser e não apenas ter, refletir sobre a maneira como conduzimos a vida e o nosso relacionamento com os outros, meditar sobre os valores que devem dar real valor à nossa existência, repudiando aqueles que nos são impostos.

Sejamos alguém e não algo. Saboreemos a vida, adicionando um bom tempero aos nossos dias, para que eles não passem em vão! Ajudemos o próximo, transmitindo calor em nossa passagem e deixando marcada na trilha da nossa existência uma forma singular de ser.
 

 

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A CIÊNCIA DA LUZ E DA GLÂNDULA PINEAL


 
 

A CIÊNCIA DA LUZ E DA GLÂNDULA PINEAL

Luz: A mais antiga terapia retornando para o novo tempo
:: Rosa Maria Masino :: 


A terapia da luz, que surge como uma grande promessa para a humanidade nesta virada do milênio, já era praticada desde o início dos tempos por diversas culturas. Já na bíblia encontramos a expressão em que Deus, o Criador disse: "Fiat Lux" (faça-se a luz) e a vida começou. Jesus na sua passagem pela terra curava com a luz de Deus e até hoje a humanidade recorre à luz do espírito para curar aqueles males que a ciência não consegue desvendar. Encontramos nos textos antigos que os médicos gregos e do antigo Egito praticavam curas por exposição à luz solar. Heliópolis, a cidade grega do sol, era uma verdadeira cidade de cura pela luz. Fundada por Heródoto, pai da helioterapia, foi concebida com inúmeros templos de cura onde se praticava a terapia solar através dos seus componentes espectrais (cores).


Embora se atribua ao antigo Egito a descoberta da terapia cromo-espectral, foram os gregos através da helioterapia, que deram início às práticas da atualmente conhecida cromoterapia. Os antigos egípcios valendo-se do fato de que a cor vermelha estimula, enquanto que a cor azul relaxa e revigora, desenvolveram a base da cromoterapia para tratar tanto doenças físicas, mentais ou emocionais.


Pitágoras, que viveu na Grécia 500 anos antes de Cristo, já praticava a terapia cromo-espectral. Hipócrates e Galeno, médicos gregos do início da nossa era, também conheciam as qualidades terapêuticas da luz, embora de maneira intuitiva. Aristóteles foi o primeiro a afirmar que a luz se propagava em forma de ondas, sendo Ptolomeu quem descobriu o fenômeno da refração, toda vez que a luz atravessa dois meios de natureza diferente.


Em 1672, Isaac Newton, utilizando um prisma, foi o pioneiro na descoberta de que a luz, no seu espectro visível, ao incidir num prisma, se decompõe nas cores do arco-íris. Em 1676, Ole Römer, foi o primeiro a medir a velocidade da luz, iniciando-se assim, a ciência que estuda as características físicas da luz: a ótica.


Quase que ao mesmo tempo, em que surgem os primeiros enfoques científicos sobre a luz e suas propriedades, surgem escritores e filósofos como Shakespeare e Descartes, que não só perceberam a importância da luz como fenômeno físico, mas também, a sua relação com a essência humana. Eles descobriram que os olhos, portadores da luz para o corpo, a mente e o espírito, constituíam uma via de acesso para se chegar à integração do ser com sua essência, com o meio externo, com o universo e com Deus.


O filósofo e escritor alemão Goethe, em 1840 lança sua obra "Teoria das Cores" onde é registrada por primeira vez na história, a influência que a cor exerce nas nossas vidas à nível físico, mental e emocional. A partir deste ponto surge um novo enfoque no estudo da luz e seus efeitos na vida humana.


Os médicos do século XIX se envolvem nas experiências de tratamentos de doenças, como a paralisia e tuberculose, com a luz solar e as cores. Em 1876 Augustus J. Pleasanton publica seu livro "Luzes do sol e azuis", onde relata os efeitos da luz azul no sistema glandular, no sistema nervoso e nos órgãos secretivos. Em 1877 o Dr. Seth Pancoast publicou seu livro "Luzes vermelhas e azuis", onde trata do poder bactericida da luz violeta. Em 1878 o dr. Edwin Babbitt publicou seu clássico "Os princípios da luz e da cor", onde relata incontáveis experiências de cura, das mais diversas desarmonias, atuando com luz colorida de diferentes cores e matizes. Esta obra despertou o interesse da classe médica pela terapia da luz e continua sendo objeto de estudo até os dias de hoje. 

Seguidamente descobertas, como o poder bactericida da luz ultravioleta, assim como, o reconhecimento da influência da luz na produção da vitamina D e sua incidência no tratamento do raquitismo, foram fatos que despertaram cada vez mais, o interesse dos médicos da época pelo estudo da terapia da luz. Em 1920 o médico indiano Dinshah P. Ghadiali funda o "Spectro-Chrome Institute", destinado a treinar médicos e outros terapeutas, na "terapia da luz e da cor" e em 1933 publica sua obra de três volumes: "Spectro-Chrome Metry Encyclopedia".


Nesta obra, Ghadiali, relata que todo elemento químico em estado de ativação, emite uma radiação característica dentro do espectro de bandas coloridas, chamada de linhas espectrais de Fraunhofer. Esta radiação definida por uma freqüência e um comprimento de onda, é única para cada elemento e podemos considerá-la como sendo as "impressões digitais" do elemento. Ghadiali também descobriu que quando um elemento é exposto à luz branca, ele absorve a freqüência correspondente à sua banda espectral e emite luz nessa mesma freqüência. Tal o caso do ferro na fotossíntese, em que absorve da luz branca a banda espectral correspondente à cor verde e emite essa mesma banda de freqüência, conferindo a cor verde aos vegetais. Ele concluiu que estando o corpo humano constituído de muitos elementos químicos, também ele deve absorver luz de uma dada freqüência e emiti-la ao exterior, através do campo electromagnético que envolve o corpo, que os antigos chamaram de aura.


Então, Ghadiali, estudou o espectro de Fraunhofer para cada elemento dentro do corpo e comparou cada emissão de cor primária do elemento com sua função fisiológica. Concluiu que a principal cor emitida pelo elemento estava relacionada à função do mesmo no corpo; portanto, quando essa cor fosse aplicada terapeuticamente, auxiliaria a função deste elemento no organismo. Desenvolveu assim, um conjunto de 12 filtros de cor a serem utilizados como sistema cromo-espectral de cura, dando origem às bases de uma nova terapêutica, que prometia revolucionar a ciência médica da época, com o início de uma terapia não invasiva que permitia tratar das doenças do corpo, da mente e da alma através da luz.


No tempo em que Dinshah Ghadiali desenvolvia o sistema cromo-espectral, o Dr. Harry Riley Spitler introduz uma pesquisa que iria revolucionar a medicina da época. Spitler, baseado nos estudos dos trabalhos de Babbitt e Ghadiali, implanta a terapia da Luz no sanatório que dirigia. Com base nos resultados obtidos, Spitler descobre que a terapia da luz que utilizava a aplicação de luz colorida, oferecia novas perspectivas de crescimento em aplicações e eficácia, quando a luz era direcionada através dos olhos.


Descobriu que tanto o sistema nervoso autônomo, quanto o sistema endócrino, estavam ligados ao cérebro através dos olhos. A luz que penetra no corpo através dos olhos, estaria restaurando o equilíbrio desses sistemas e de outras funções do cérebro. Assim, Spitler dá início a uma nova abordagem da terapia da luz, a qual chamou de sintônica. A sintônica refere-se ao equilíbrio fisiológico do sistema nervoso. Spitler descobriu também, que a cura pela luz não se processava de igual maneira com todos os indivíduos e que dependia do seu biótipo e constituição física/emocional. Spitler desenvolve então, um sistema mais completo que seus antecessores, onde relaciona a constituição e o biótipo da pessoa, baseando a terapia na energia e na freqüência da luz transmitida, em vez de baseá-la no uso de filtros coloridos, pois embora cada cor de filtro gerasse uma freqüência característica de luz, devido ao biótipo, ela não seria igualmente absorvida pelo receptor.


Spitler e seus seguidores continuaram com sucesso suas experiências até os nossos dias, baseados na comprovação científica de que os olhos são verdadeiramente as "janelas da alma". Em 1938 Spitler dá sustentação e base científica ao surgimento de uma nova terapia não invasiva que prometia revolucionar a medicina: a terapia da luz.


Mas, ao mesmo tempo em que Spitler iniciava sua escalada surpreendente dentro da classe médica, treinando médicos e outros profissionais da saúde, nesta nova visão da cura pela luz, no College of Syntonic Optometry, um fato científico muda o foco de atenção da medicina para a farmacologia.

Foi o prêmio Nobel, outorgado ao dr. Domagk, pela descoberta da sulfanilamida, que deu início ao redirecionamento e a uma nova fase da ciência médica: a da medicina medicamentosa , onde as doenças são tratadas quimicamente, priorizando a eliminação dos sintomas, ficando em segundo plano, os tratamentos que visam reequilibrar o indivíduo gerador da doença.


Ofuscada pela nova droga, a terapia da luz implantada por Spitler em sua clinica, foi ficando obsoleta e passou temporariamente para a clandestinidade.

Apesar da resistência da classe médica, os estudos do Dr. Spitler continuaram e suas descobertas também. Mesmo sem grande aceitação na área médica, o College of Syntonic Optometry continua até os dias atuais, desenvolvendo e divulgando as descobertas da terapia da luz através dos olhos.

Após a morte do Dr. Spitler em 1961, seus alunos e seguidores continuaram com o instituto, hoje dirigido pelo Dr. Jacob Liberman, autor da obra "Luz A Medicina do Futuro", obra que constitui uma verdadeira homenagem aos pioneiros da cura pela Luz.


Na década de 70, o Dr. Robert Gerard em sua tese de psicologia, demostrou como os sentimentos e emoções são influenciados pela visão de determinadas cores e sua relação com o sistema nervoso autônomo.


O Dr. Harry Wohlfarth, focalizando também o sistema nervoso autônomo (SNA), conseguiu através de estudos empíricos, verificar a influência das cores no SNA e a sua incidência na pressão arterial, na freqüência respiratória e no ritmo cardíaco.


Nesta mesma época, surgem outras pesquisas envolvendo a luz e a cor, através das observações do Dr. Max Lüscher, que estudou profundamente o tema: "preferência pela cor".

Baseado nos estudos da obra de Ghadiali, a qual sustenta que a preferência por uma determinada cor está ligada à ausência desta mesma cor dentro do indivíduo, na forma do elemento químico gerador e emissor da cor, Dr. Lüscher descobriu que a preferência por uma cor está associada a um estado mental e a um estado de equilíbrio hormonal.


A experiência consistia em submeter repetidamente, uma região específica do cérebro de um coelho, (que era o final do caminho percorrido pela luz, desde o olho até a glândula pineal), à luzes de cores diferentes. Observou-se que algumas cores estimulavam a função endócrina, enquanto outras, podiam inibir, e até, desequilibrar completamente tal função.


A partir desta experiência, chegamos aos anos 90 com a confirmação de que, diferentes cores (comprimentos de onda diferentes) ao incidirem através do olho humano, na glândula pineal, afetariam o sistema endócrino e o sistema nervoso autônomo, o qual, por sua vez, influenciaria, através do nervo vago, todos os órgãos internos, assim como os órgãos dos sentidos e as funções periféricas do corpo.


O Dr. Lüscher descobriu também, em suas pesquisas, que à nível mental, as reações de um indivíduo a determinados comprimentos de onda, estavam associadas à sua primeira memória, anterior e única, localizada na região dos gânglios da base do cérebro, ligada às informações provenientes das profundezas de seu centro (da sua Alma talvez?). Neste ponto, podemos observar que a ciência dos anos 90 parece estar demonstrando a autenticidade das informações que os antigos obtiveram de forma intuitiva.


Tal o caso da teoria dos Chakras, encontrada em escritos tibetanos antigos, onde se sustenta que a luz entra no corpo através dos olhos (janelas da alma) até a pineal (sede da alma) e continua percorrendo um sistema de 7 centros energéticos, os quais localizam-se exatamente nos locais das principais glândulas endócrinas.

Estes centros se correspondem com diferentes estados de consciência pessoal e aspectos da personalidade, além de se comunicarem entre si, por uma rede de finos canais energéticos, chamados de nadis, que se estendem fora do corpo físico. Os antigos consideravam que pelos nadis a energia da fonte da vida se tornava matéria.


Segundo o Dr Jacob Liberman, afirmou em sua obra: "Luz a medicina do futuro", ed. Siciliano, edição 1994, pág. 61: "Talvez seja a hora de compreendermos que nosso conhecer intuitivo antecedeu nossas descobertas científicas. Será que não estamos, na verdade, utilizando o método científico para comprovar o que já sabemos?"


Em 1982, a Dra. Sharon McDonald deu outra valiosa contribuição à terapia da luz, submetendo 60 mulheres de meia idade portadoras de artrite reumatoide, à exposição com luz azul. Da experiência, resultou que as dores diminuíam enquanto as regiões afetadas permaneciam expostas à luz azul. Também observou que quanto maior o tempo de exposição, maior era o benefício obtido.


Em 1985 o Dr. John Ott abre um grande portal nas pesquisas da terapia da luz, lançando o filme "Explorando o espectro" , onde mostra as observações microscópicas dos efeitos da luz sobre os padrões de movimento dos cloroplastos (componentes celulares portadores da clorofila).

Inicialmente, submeteu os cloroplastos à luz de espectro total e seguidamente fez a mesma experiência, colocando filtros vermelho e azul. O Dr. Ott observou que o padrão de movimento era alterado e interrompido, quando utilizava luz filtrada e ele retornava ao normal quando colocada uma fonte de luz ultravioleta que reproduzia características próximas ao espectro solar.


John Ott deu sua grande contribuição ao demostrar os efeitos que determinados comprimentos de onda provocavam à nível celular, tanto em organismos animais, quanto vegetais. Esta experiência abriu espaço para direcionar as pesquisas da terapia da luz em relação às doenças que afetam os processos celulares, como a mutação do DNA que ocorre nos casos de câncer e até mesmo na AIDS.


Posteriormente, a Dra. Smith Sonneborn, professora de zoologia e fisiologia, com base nas experiências do Dr. Ott, iniciou uma pesquisa utilizando organismos unicelulares, chamados parmécios. Ela descobriu que para uma célula se tornar cancerosa, em primeiro lugar, ela teria que sofrer uma alteração no seu componente hereditário responsável pelo reparo celular presente no DNA, por outro lado, ela verificou que as células velhas apresentavam acúmulo de DNA alterado. 

Seguidamente, direcionou a sua pesquisa no sentido de verificar se era possível recuperar as células danificadas e rejuvenescer as envelhecidas, para assim, eliminar o risco de se tornarem cancerosas. As pesquisas foram um verdadeiro sucesso e demonstraram claramente, que determinados tipos de luz do espectro visível, revertiam o processo de envelhecimento celular, assim como, reparavam as células cancerosas.


Os resultados destas pesquisas, surgidos na década de 90, se aproximam cada vez mais, das atuais e novas abordagens terapêuticas, que contribuem ainda mais, para a sustentação da terapia da Luz e da cor.


Um novo estágio na terapia da luz se inicia a partir de 1989, das descobertas do Dr. Russel J. Reiter, em relação a melatonina, o hormônio e neurotransmissor liberado pela glândula pineal.


A melatonina é produzida pela glândula pineal e regulada pelo ciclo diário de claro e escuro (conhecido como ritmo circadiano) . A glândula pineal está ligada aos olhos e o escuro lhe serve de sinal para iniciar a produção de melatonina. A glândula pineal está conectada aos olhos (as janelas da alma) por uma via nervosa direta, que produz a melatonina, ao escurecer, ajudando a regular o ritmo biológico básico de cada órgão, cada tecido e cada célula do corpo. Ela regula ainda, outros rítmos, como o ciclo do sono e vigília e o início da puberdade.


A partir dos numerosos estudos e pesquisas à respeito da ampla gama de propriedades da melatonina, a glândula pineal foi se tornando cada vez mais objeto de interesse da ciência, sendo hoje considerada como a nova glândula-mestre responsável pelo relógio biológico e pela liberação da melatonina, hormônio responsável pela produção de uma ampla variedade de hormônios que regulam diversos processos orgânicos, desde a digestão até a reprodução.


A melatonina no cérebro age como indutora do sono; no coração e no sistema circulatório, reduz a formação de coágulos, o que por sua vez, ajuda a proteger o organismo de ataques e derrames. Na corrente sangüínea, aumenta a capacidade de produção de anticorpos fortalecendo o sistema imunológico. E finalmente, no corpo inteiro, a melatonina age diretamente sobre as células, como antioxidante, protegendo-as dos danos provocados pelos radicais livres, considerados os vilões responsáveis pelo envelhecimento.


Os radicais livres são compostos químicos produzidos no processo de degradação e oxidação das proteínas e são altamente instáveis e reativos, capazes de atacar a parede celular e provocar mutações do DNA da mitocôndria, afetando assim, os processos de reparo e renovação celular, dando origem ao envelhecimento e a produção de células cancerígenas.


Foi comprovado que a melatonina constitui um poderoso antioxidante que inibe os ataques à membrana celular por radicais livres, protegendo o mecanismo de reparo e renovação celular, restringindo os processos de envelhecimento. Deste ponto de vista, a glândula pineal responsável pelo relógio biológico, torna-se também, a controladora do relógio anti-envelhecimento. A glândula pineal conectada aos olhos e alimentada pela luz através deles, é a diretora geral do equilíbrio entre os processos orgânicos internos e o meio externo. Se examinarmos do ponto de vista holístico, a Pineal através da luz, governa a integração e o equilíbrio entre os processos internos do ser humano e o resto do universo.


A glândula pineal considerada em 1616, como a sede da alma por René Descartes, como o centro do chakra da coroa pelos indianos e iogues, o lugar de encontro com Deus, na tradição hebraico cristã e o lugar por onde entra a energia da vida no meridiano do fígado, para os chineses, sendo posteriormente subestimada pela ciência, que a considerou como o apêndice do cérebro, hoje volta a ser o centro das atenções da ciência devido a sua possível função como "fonte da juventude", a partir das propriedades da melatonina.


Do ponto de vista filosófico, religioso e metafísico a pineal também está sendo objeto de estudos, ocupando um lugar de destaque, pois muitas técnicas de meditação e trabalhos com energia, têm revelado um aumento dos potenciais e das funções atribuídas à pineal. Assim como a ciência demostrou que as funções da pineal são afetadas pela luz e o equilíbrio luz-escuridão, também foi detectado que a glândula pineal responde não apenas à luz solar, mas também, à luz espiritual, ou seja, a luz que os olhos visualizam em estados de meditação ou de oração profundos.


Surge neste momento uma reflexão: de igual maneira, como ocorreu com a abordagem sobre a glândula pineal, que ocupou um lugar de destaque para os antigos, sendo posteriormente subestimada pela ciência moderna, e que volta hoje, a ser objeto de estudos, como a grande glândula-mestra, que promete desvendar os mistérios da vida e da eterna juventude, talvez de maneira semelhante, a terapia da luz, que chegou ao seu auge entre os antigos, e que foi encostada pela ciência do século passado, volte nos dias de hoje, como uma revolucionária terapia não-invasiva que está mostrando excelentes resultados em áreas onde as terapias convencionais fracassaram, iniciando-se uma nova fase evolutiva da ciência e da filosofia, nas quais a luz e a linguagem das cores, sejam o alimento e o remédio do futuro.


Estamos sem dúvida, no limiar do surgimento de uma nova base para a existência humana na face da Terra, onde uma integração ciência-espiritualidade se faz absolutamente necessária para evitar retrocessos no processo evolutivo. Cabe a cada ser humano a grande responsabilidade de honrar a vida em todas as suas formas de manifestação da luz de Deus.


Bibliografia:
Light the medicine of future , Jacob Liberman - Bear & Company 
Luz a medicina do futuro, Jacob Liberman - Ed. Siciliano
Homem, Comunicação e Cor, Irene T. Framckoowiak - Ed. Ícone
Corpo Território do Sagrado, Evaristo Eduardo de Miranda - Ed. Loyola
Death of Ignorance, Dr. Fred Bell - New Age Press
Melatonina a Fonte da Juventude - Steve J. Bock - Ed Campus
O Espírito este desconhecido, Jean E. Charon - Ed. Melhoramentos
As Origens da Vida, Jules Carles - Edições 70


FONTE: http://www.stum.com.br/conteudo/conteudo.asp?id=1113

Extraído de: Despertar da Nova Consciência 

 

O amor que remove montanhas,
o amor que inspira a todos a desejarem um mundo melhor,
o ser humano que ama a todos como a si mesmo,
e que deseja apenas ser...
Ah!!! Que maravilha!!!
O amor atingiu a maioridade e se tornou compaixão...
 
 
 
 

quarta-feira, 21 de dezembro de 2011

Trabalhadores da Última Hora

Trechos da Bíblia - Recados e Imagens (6819)
 
Trabalhadores da Última Hora

Danilo Carvalho Villela

Cz 4.300

Jesus apresentou diversas parábolas sobre o reino de Deus ou reino dos céus, as quais sempre começam informando que se trata de uma analogia: "O reino dos céus é semelhante..." ou "O reino de Deus é como...". O Mestre não pretendeu descrever aquele reino pois sabia que isso não era possível, de vez que ele significa um estado de integração com as leis divinas em que desaparecem o egoísmo, o apego, o medo e, compreensivelmente, só é conhecido por aqueles que o vivenciam.

Como será viver sem egoísmo? ou sem apego? Conquanto possamos observar o comportamento das pessoas – muito raras entre nós – que atingiram essa condição, não podemos "sentir" o que sentem ao agirem assim, tratando-se, realmente, de experiência incomunicável a quem ainda não a tenha vivido, situação, aliás, da imensa maioria dos espíritos que constituem a população de nosso planeta.

Sem descrever o que sentiam os cidadãos do reino dos céus, apresentou o Mestre algumas características do seu comportamento e, sobretudo, o roteiro para que também atingíssemos, um dia, aquela situação.

A parábola dos trabalhadores da última hora, que comentaremos brevemente a seguir, é algo extensa, pelo que procuraremos resumi-la.

1) O dono de uma vinha sai de sua casa, ainda de madrugada, para contratar trabalhadores para a mesma, dirigindo-se, para tanto, à praça da cidade onde, conforme a praxe oriental de então, se reuniam os que aspiravam a um trabalho. O proprietário combina com eles pagar-lhes um denário1 pelo dia de trabalho.

2) Aquele viticultor vai de novo à praça um pouco antes das 9,12, 15 e 17 horas e, a cada vez, encontra novos candidatos ao serviço, aos quais também contrata, prometendo-lhes pagar o que fosse justo.

3) Finda, às 18 horas, a jornada diária, ele chama o administrador e manda que seja efetuado o pagamento dos trabalhadores, começando pelos últimos a chegar (que só trabalharam das 17 às 18 horas) e indo até aos primeiros, que realizaram uma jornada de 12 horas. O administrador, obedecendo por certo as instruções do senhor, dá a todos o mesmo pagamento prometido aos que haviam chegado primeiro, isto é, um denário.

4) Ao iniciar-se o pagamento, os trabalhadores da primeira hora, vendo os que haviam chegado por último – e que só trabalharam uma hora – receber um denário cada um, pensaram que iriam receber mais, recebendo, no entanto, também um denário. Ficaram, então, insatisfeitos, reclamando dessa injustiça com o dono da vinha e sendo advertidos por este, que lhes indagou se não lhe era lícito fazer o que quisesse com o seu dinheiro, perguntando, ainda, a um deles: "tens mau olho porque eu sou bom?"

Analisando a lição devemos notar que ela não fala de pessoas "da vinha", isto é, familiares ou empregados permanentes daquele senhor, mas sim dos que, não pertencendo a esta, são convidados a se aproximar, realizando algum tipo de trabalho, ou seja, a parábola trata justamente da nossa situação, pois não somos ainda "cidadãos do reino dos céus", mas convidados a nos aproximar dele através da prática do bem (o trabalho na vinha).

Jesus utiliza essa narrativa para nos oferecer mais alguns ensinamentos que destacamos a seguir.

Na vinha (o reino dos céus) vigora o amor, que é doação sem idéia de troca ou proporcionalidade, que constitui a regra entre nós: para uma tarefa de 20 dias o pagamento é "x", se o trabalho durar 40 dias, será de "2x", e assim por diante. Comparação, reciprocidade e murmuração são hábitos humanos que tendemos a levar – pois estão arraigados em nós – mas que devemos evitar quando convidados ao esforço de construção do bem.

Quanto ao denário, o pagamento comum a todos os trabalhadores, representa ele o conjunto de condições que naturalmente se associam ao trabalho no bem, ainda quando realizado por aprendizes como nós: paz, esperança, progresso espiritual e apoio para a superação de surpresas e dificuldades.

Ao estudar essa parábola, no cap. XXI de O Evangelho segundo o Espiritismo, o Codificador, diferentemente do que ocorreu em outros capítulos, preferiu não incluir comentários seus acerca do assunto, apresentando apenas quatro mensagens de orientadores espirituais, uma delas do Espírito de Verdade, todas afirmando que nós, os espíritas, somos os trabalhadores da última hora, não porque somente agora estejamos sendo chamados, mas por já termos recusado o convite em oportunidades anteriores, bem como devido às transformações previstas para o nosso orbe, que deverá passar de um mundo de provas e expiações para um mundo de regeneração, com a transferência para outras estâncias vibratórias daqueles que não apresentarem as características necessárias à permanência na Terra nessa nova situação.

Conquanto saibamos que essa transição não será brusca, operando-se no espaço de gerações e não de anos terrestres, trata-se de alerta grave, pois sabemos que mais se pedirá a quem mais recebeu e não há dúvida de que, como espíritas, recebemos muito em termos de conhecimento e orientação sobre a vida e nosso papel nela.

Estejamos certos de que, na presente reencarnação, nosso contato com o Espiritismo representa o convite para o "trabalho na vinha", isto é, a promoção do bem no mundo, a partir de nossa reforma pessoal.

Que possamos, desta vez, aceitar o convite generoso que nos chega por misericórdia de acréscimo de nosso Pai.

1) O denário era moeda romana, de prata, com efígie do imperador. Tinha o valor de uma dracma e era a importância que correspondia à diária de um trabalhador.

O autor é Cel Com R/1, originário do QEM, diretor da CME e o atual
Presidente do Núcleo do CMRJ.
 

 

O amor que remove montanhas,
o amor que inspira a todos a desejarem um mundo melhor,
o ser humano que ama a todos como a si mesmo,
e que deseja apenas ser...
Ah!!! Que maravilha!!!
O amor atingiu a maioridade e se tornou compaixão...
 
 
 
 

A NOVA TERRA ESTÁ AQUI AGORA!


A NOVA TERRA ESTÁ AQUI AGORA!

CÉLIA FENN

O Arcanjo Miguel me pediu mais uma vez que compartilhasse com vocês a aventura extraordinária da consciência que eu vivenciei nos últimos dias. Trata-se da Nova Terra, A Terra, Tara ou Terra Nova, o que preferirem. E é relevante a todos vocês que estão sofrendo os estresses de sua iniciação ou transição Índigo-Cristal.

Uma das questões que eu freqüentemente fiz pelas pessoas na transição é "Quando isto terminará?", ou alternativamente, "Quanto tempo isto durará?". No passado eu não tinha idéia, desde que eu estive na minha transição por quase dois anos e mal quero dizer a alguém que esteja apenas começando isto, bem, não havia um fim à vista até aqui. Mas agora há! E eu quero compartilhá-lo com vocês na esperança de que isto aliviará a sua jornada e os ajudará a compreender o que está acontecendo a todos nós nesta maravilhosa aventura da co-criação.

Em meu artigo anterior em "Por que nós ficamos tão cansados tão freqüentemente", o Arcanjo Miguel me pediu para lhes explicar que as freqüências das ondas do cérebro estão mudando e o seu subconsciente está liberando os velhos medos e traumas. Todo o árduo trabalho que vocês fizeram para clarificar os seus corpos emocionais em preparação para a ascensão os capacitou a acessar as freqüências mais elevadas em seus estados despertos, conseqüentemente o espaço e o sonho. Mas nós estamos também acessando freqüências mais elevadas em nossos estados de sonho, e é aqui que eu experienciei primeiro a Nova Terra, no Tempo do Sonho.

Após a Convergência Harmônica eu fui atingida por uma grave pneumonia e infecção na garganta que me colocou na cama. Eu estava profundamente descontente, revoltada por não pretender estar assim, e fui repreendida. Mas eu percebi que a bronquite era uma doença da infância para mim, e que eu estava curando um trauma profundo da infância. O que era interessante era que eu não poderia fazer nada para aliviar os sintomas. O meu novo corpo Cristal evitou todos os medicamentos por pelo menos 18 meses em instrução da orientação superior. Quando eu cedi e tomei uma dose de Vicks Medi-Nite, o meu corpo o identificou e o eliminou em cinco minutos. Eu estava atônita. Mas, eventualmente, eu competi com a dor e o desconforto ao me tratar como uma criança. Eu massageava a minha cabeça e o pescoço, fiz Reiki em meu corpo, e geralmente dizia a minha criança interior de 3 anos que a amava e que tudo estava bem. Este ato de profundo amor para a minha criança pareceu ter clarificado o trauma e fornecido a chave para acessar a nova Terra no Estado do Sonho.

Houve vários sonhos em várias noites, tudo no que eu denominaria "em tela panorâmica e em tecnicolor" ou "mais extensos do que a vida". As cores eram intensas e brilhantes e tudo parecia "maior" e mais claro. Eu não prestei muita atenção ao primeiro sonho, porque lá eu encontrei um amigo querido que está aqui na Terra agora, embora eu não o tenha visto por um ano. Mas alguns sonhos mais tarde eu comecei a tomar nota, e compreendi que algo especial estava acontecendo.

No último sonho eu me encontrei em uma bela casa visitando um casal com a sua filha. Ela era uma criança cristal, muito bonita, com cerca de dez anos de idade, mas ela tinha algum problema que eu estava discutindo com os seus pais. A casa era simples, mas tinha imensas janelas de vidro que davam para uma montanha. Era muito belo e tranqüilo. Mas quando eu olhei atentamente para as rochas da montanha eu vi que elas estavam cortadas "à mão", como tijolos, e que a montanha inteira era "artificial". Então eu compreendi que tudo é feito por nós como criadores! Cada átomo e molécula são atraídos ao lugar certo através de nossa vontade criativa. E eu também compreendi que este maravilhoso lugar já existe em uma freqüência mais elevada do que eu posso acessar quando eu estou em um determinado estado de clareza.


ANJOS DO SEGUNDO PLANETA DO LIVRE ARBÍTRIO

Quando eu lia as mensagens canalizadas de 
Steve Rother do Grupo, eu freqüentemente imaginava o que ele queria dizer quando dizia que nós seremos os Anjos do Segundo Planeta do Livre Arbítrio. Agora eu sei. Este planeta existe no "futuro", e nós, Humanos Cristal que estamos nos tornando Anjos, já estamos visitando este futuro para auxiliarmos as nossas crianças. E elas, por sua vez, estão nos auxiliando a surgirmos aqui como Crianças Cristal.

Assim, queridos companheiros de viagem, enquanto vocês batalham com os seus sintomas de fadiga, vertigens e outras coisas, saibam que vocês estão adaptando o seu corpo para que se torne um magnífico jogador de freqüência multidimensional que poderá acessar e transmitir as freqüências da Nova Terra. E, quando mais e mais de nós alcançarmos a freqüência da Nova Terra, seja em nossos sonhos ou em nosso estado "desperto", nós tornaremos isto possível, para que esta freqüência "desça" para a Terra e ancore aqui. Assim o Céu, ou a freqüência mais elevada, vem para a Terra. Mas esta dança entre o futuro e o presente está toda acontecendo simultaneamente no lugar do "não tempo", o eterno presente. E nós, os Co-Criadores Cristal ou Anjos Humanos, estamos aprendendo a dirigir e a manipular o tempo e espaço para conquistarmos esta nova realidade.

Nós estamos literalmente magnetizando uma nova oitava da experiência criativa em nossa freqüência através de um ato puro de intenção. Nós pretendemos ascender e estar na Nova Terra, e assim é – bem quase! Que milagre da evolução consciente! Nós não temos mais nada a fazer do que adaptarmos a nossa consciência de modo que possamos perceber a nova criação que nos vem como um presente de nossas crianças.

E isto, queridos, é o presente do processo. Ele terminará quando nós nos sintonizarmos com a nossa consciência o suficiente para que acessemos a Nova Terra. Que está aqui Agora!

Celia Fenn



Tradução: Regina Drumond – reginamadrumond@yahoo.com.br

© 2009-10 Celia Fenn e Starchild Global
Este trabalho é licenciado sob a Creative Commons License
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O amor que remove montanhas,
o amor que inspira a todos a desejarem um mundo melhor,
o ser humano que ama a todos como a si mesmo,
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Ah!!! Que maravilha!!!
O amor atingiu a maioridade e se tornou compaixão...