sábado, 28 de setembro de 2013

Artigos Era de Cristal

Enfatizando o nosso melhor

 
 
livro de receitas
Quem não tem, ou conhece alguém que tenha um livro de receitas?

Será que nesse livro só estão anotadas as receitas testadas, aprovadas e que permanecerão como relíquia de família, ou a grande maioria nunca deixou de ser apenas uma receita?

Muitas vezes, você só anotou porque achou interessante e nunca se propôs a fazê-la. Ou então, você foi convidado para almoçar ou jantar na casa de alguém que ofereceu aos convidados uma especialidade excelente que foi elogiada por todos; você não se conteve e pediu a receita, anotou em seu livro, até tentou fazê-la, mas não obteve êxito. Ela ficou completamente diferente daquilo que você havia provado.

Tem também aquele outro "jeitinho" para disfarçar a receita fracassada, que é arrumar uma desculpa quanto aos ingredientes (menores, maiores, fora de época…), tempo de cozimento, de forno, ou mesmo dizer que essa é outra maneira de preparar aqueles elementos.

E com essas "experiências", vamos gastando tempo, desperdiçando alimentos e competindo com as nossas próprias habilidades, tentando repetir aquilo que o outro faz bem e deixando de preparar aquele quitute no qual você é expert.

Sempre tem alguém com mais "mão" para massas do que para doces e outro que prepara salgados com maestria, mas não se atreve a fazer um bolo, e outro perito em lanches que queima todos os assados e assim por diante…

Mesmo os grandes Chefs de Cozinha têm suas especialidades e as desenvolvem de maneira a valorizá-las para extrair seus troféus.

Pois bem, se formos ampliar esse exemplo da receita, veremos que repetimos a mesma situação em todos os campos da nossa vida. E isso acontece porque não nos damos conta de que não somos bons em tudo ou todas as coisas, nem nossos talentos são iguais, nem nossas habilidades e competências são semelhantes.

O que você faz muito bem, talvez, mesmo com todo o esforço e boa vontade, eu não consiga realizar. E isso não deve ser motivo nem de frustração, nem de "inveja", mas de alegria por compreender que somos individualizações que, mesmo tendo origem e destino comum, ainda assim, permanecemos diferentes em razão da diversidade de experiências por que passamos.

Claro que podemos nos empenhar para conseguir realizar uma tarefa tão bem quanto o desejado. É certo que devemos nos concentrar numa atividade para que ela esteja a contento e não necessite ser refeita. Além disso, ela pode ter também a marca da nossa criatividade e acrescentar mais qualidade ao produto final.

O que devemos evitar é a comparação, pois sempre estaremos entrando num plano de julgamento, já que haverá sempre alguém muito melhor e alguém muito pior ao parâmetro que idealizarmos.

Usando de bom senso e assumindo nossas limitações, quando necessário, nosso caminho será facilitado pela humildade em reconhecer as qualidades do outro e pela benevolência em perdoar as nossas deficiências.

Voltando ao livro de receitas, cheguei à seguinte conclusão: tudo aquilo que sei fazer bem, vou oferecer aos meus convidados. Mas vou me reservar o direito de me fazer convidar para saborear as maravilhas preparadas por outras mãos, dividindo dessa forma as nossas habilidades, proporcionando a todos a oportunidade de provarmos manjares diferentes.

Que a nossa caminhada seja criativa, livre e produtiva para que possamos expandir nossos talentos de forma a aceitar o crédito por aquilo que verdadeiramente realizamos.

Seja Luz!

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A estaca-guia dos brotos: o Codex

Imagem produzida por Ricardo Padilha

Imagem produzida por Ricardo Padilha

 

Queridos brotos de luz, chegamos ao final desta série de artigos que trataram do assunto "As Sementes Brotam".

Nessa caminhada fortificamos nossas raízes, nos firmamos na terra, limpamos e cuidamos do terreno em volta, nos livramos das ervas daninhas e procuramos não atrapalhar as outras plantinhas. Buscamos no alto o caminho e a direção a seguir e colocamos os nossos dons e talentos à disposição dessa missão.

Todo esse trajeto foi necessário para que entendêssemos que a nossa busca por luz é o meio que nos facilita a existência neste planeta e nesta dimensão.

De nada vale buscar a luz para atingir outros horizontes, se o nosso caminho neste plano ainda necessita ser clareado. Assim, fomos preparados para sabermos crescer e auxiliar os que estão à nossa volta a também aumentarem os seus meios de expansão.

A consciência do nosso papel nestes momentos iniciais do novo ciclo planetário é fundamental para aprofundarmos as nossas raízes na Terra, elevando o nosso padrão cósmico. Sabemos que estes próximos treze mil anos serão passados entre a terceira dimensão em que vivemos e a quinta dimensão na qual estamos estagiando. Portanto, a luz que buscamos não é para nos transformarmos em cintilantes seres esvoaçantes e sutis, mas para nos colocarmos amorosamente a serviço do bem, a fim de entendermos os nossos conflitos, as nossas diferenças, os nossos estranhamentos.

Para que esta tarefa possa ser cumprida, temos à nossa disposição o precioso CODEX, que nos foi entregue quando do término do ciclo anterior e ao qual poderemos recorrer em todos os momentos de dúvida.

O Codex não é um documento para ser guardado como material de estudo. Ele é uma ferramenta utilitária que nos ajuda a descortinar uma nova maneira de lidar com as situações que nos rodeiam no percurso diário.

Suas leis não são degraus individuais de ascensão imediata às miríades estelares, mas certamente nos tornarão mais capazes de promover compreensão, entendimento, compaixão, igualdade, não nos termos conhecidos superficialmente e pouco – ou quase nada – divulgados e praticados.

Os conceitos que estão inseridos em cada lei são os subsídios que dispomos para solucionar as questões que surgem no relacionamento entre as individualizações. Compreendamos que em todos os âmbitos de intercâmbio energético, o trato deve ser o mesmo. Somos, como humanos, apenas uma pequenina parte de um sistema integrado, completo e total, onde cada individualização, de cada reino, tem seu papel e sua importância.

Se considerarmos que segundo a Lei Universal, temos do Universo todas as condições para nos desenvolvermos plenamente, crescendo e desfrutando de todo esse potencial e que, conforme o Decreto para este novo Ciclo, devemos unificar as semelhanças e diminuir as diferenças, certamente estes brotos que acabam de surgir serão grandes, fortes, firmes e juntos formarão a imensa floresta luminosa, cujos pulmões fornecerão o sopro que alimentará a chama da evolução cósmica!

Seja Luz!

*** Para ler e estudar o Codex, baixe-o numa das versões disponíveis na página de Downloads deste site
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A moeda de troca da terceira dimensão

  Talento
Se é que precisamos materializar nossa nova forma depois da semente, temos que começar por algum lugar!
 

Por isso, cada individualização traz consigo duas importantes ferramentas: o sentido de missão e os dons e talentos, que juntos, formam a base para que sejam felizes, plenas e funcionem como doadores de experiências aos outros.

"Doadores de experiência? O que é isso?"

Você já se maravilhou, alguma vez, com um feito de outra pessoa, que nunca poderia ser executado por você? Então sabe do que estamos falando…

A arte, a culinária, a organização, a gestão, a guarda, a criatividade, a paciência, a força física, a produtividade, o vigor, a capacidade de análise, a liderança e até mesmo o efetivo cumprimento de ordens, são alguns exemplos práticos de atividades que talvez, não tenhamos como executar, mas que recebemos de outros seres.

Assim, nossa moeda nesta dimensão para os objetivos de desenvolvimento precisam, primeiramente, da nossa própria valorização.

Só nós mesmos, individualmente, sabemos no que somos bons e isso não pode, de forma alguma, ser observado de modo comparativo. Precisamos olhar nossas habilidades com o carinho e o respeito que merecem e fazê-las sobressair e tornarem-se úteis.

Por vezes, queremos fazer o contrário: primeiro, vamos em busca da missão e depois, nos voltamos para os dons e talentos. Isso, quase nunca funciona… O caminho é caminhar!

Nesse processo de valorizar o que temos e fazemos de melhor, a missão se revela e quando tudo fica claro – missão e dons – a plenitude se apresenta, na prática e não, abstratamente.

Notem que estamos no patamar da ação: ter e fazer. Não é "ser", que é uma condição maior. Independente do que temos ou fazemos, somos, e isso nos iguala, a todos. A diferença entre as individualizações está no "ter" determinado talento e no "fazer" o dom funcionar para aquela experiência.

Se isso não for levado em conta, cairemos na condição de dualidade e não estaremos inteiros. Nosso "pacote" de dons e talentos precisa ser aberto e utilizado, ou nos privaremos – e privaremos os outros – da experiência total na terceira dimensão.

Certo: vamos usar os dons e talentos e depois a missão se apresentará… Mas como encontrá-los?

Quando você mesmo não sabe quais são, use seus "outros você"!

Normalmente, as pessoas em volta apontam em nós o nosso melhor…

O resultado de uma ação que te dá prazer, mais o prazer que os outros sentem quando você realiza algo, é um indício mais do que confiável. Nem um, nem outro. Você gosta e os outros gostam… Mais uma vez, é o inteiro que nos aponta o caminho.

E quantos são estes dons e talentos?

Tantos quanto servirem à missão e é por causa desta matemática maluca do Universo que o sentido aparece. De repente, é apenas um, tão bem executado, que não precisa de mais nada. Podem também ser muitos e eles vão servindo, um a um, se encaixando e dando corpo à missão.

Dons e talentos são as moedas de troca desta dimensão porque representam a única coisa que podemos externalizar e oferecer, também, dimensionalmente. Eles transformam-se em resultados, constroem energia, condensam informação.

Você ainda está sem sua "carteira cósmica"? Providencie um inventário do que faz de melhor!

Talvez, para isso, precise parar e escutar; olhar em volta e perceber no que é indispensável e sim: temos uma parcela de participação única e indiscutivelmente necessária ao plano geral, ou não estaríamos individualizados.

Que seus dons e talentos se revelem o mais rápido possível, se é que isso ainda não aconteceu.

Precisamos dos seus, na mesma medida que temos que oferecer os nossos.

Seja Luz!

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Obter do Alto

dimensão
A semente que acaba de brotar encontra sempre o desafio do crescimento no ambiente que se modifica, na temperatura que oscila, enfim, no novo que se descortina. A dormência da germinação dá lugar à atividade do desenvolvimento. Nessa fase ela cria forças para sair da terra e aumenta sua resistência para enfrentar toda sorte de impedimentos que retardem o seu crescimento.

Dentro de si essa semente possui o ímpeto da busca incansável pelo seu progresso. Ela sabe que, caso insista em parar para olhar as pedrinhas, as pragas, os insetos e as intempéries que permeiam o canteiro atrofiará e morrerá, antes de começar a cumprir o seu destino.

Uma semente forte encontra vitalidade para desviar-se desses impedimentos e se desenvolver rumo ao alto, buscando cada vez mais ar e sol para expandir suas folhas, seus galhos e enrijecer o seu tronco.

Como sementes cósmicas, o processo que seguimos é exatamente o mesmo.

Estamos saindo do conforto das convicções estabelecidas, dos conceitos determinados e das fórmulas repetidas. Nesse nosso despertar para a quinta dimensão, antes quase que quimérica, nos damos conta de que se ficarmos presos aos estranhamentos desta terceira dimensão, talvez não consigamos realizar o intento a que nos propusemos.

Se nós estamos nesta caminhada é porque escolhemos e determinamos esse processo de crescimento e, assim sendo, como não existe retrocesso, a única forma de retardar o nosso desenvolvimento é nos apegarmos aos impedimentos e deles fazer o motivo principal para estagnar nossa jornada.

Mas, ainda pior do que nos enganarmos com esse apego às velhas muletas da desculpa para a inércia, é tentarmos usar as mesmas ferramentas velhas, para consertar novas situações.

O momento exige que utilizemos todas as novas possibilidades para melhorar o nosso dia a dia. De nada adianta que tenhamos informações avançadas, se não as praticamos. De que serve uma grande energia criativa, se a utilizamos nas mesmices de sempre.

É hora de seguir o exemplo das plantinhas: saindo da terra e procurando a expansão no ar renovador e no sol da vitalidade.

É o momento de trazer para a prática diária, os conceitos, as informações, a energia que estamos buscando na quinta dimensão e olhar para os desajustes deste plano como algo que está prestes a se desfazer e que pode ser anulado ou neutralizado por uma visão mais ampla, mais justa e verdadeira.

Sabemos que isto é possível e temos provas mais do que suficientes para nos empenharmos nesse propósito de crescimento rumo à luz, lembrando-nos sempre que somos individualizações e que como tal, cada qual tem seu tempo próprio e o pleno conhecimento do seu grau de comprometimento com a verdade para consigo mesmo.

Este é um tempo de transparência e não há nenhum constrangimento em aceitar um acerto na direção tomada. Rotas podem ser corrigidas, contanto que permaneça o destino final.

Assim como a planta, através da fotossíntese, acumula a energia retirada da luz para usá-la em seu metabolismo, nós seremos maiores, melhores e mais fortes, quando conseguirmos processar em nós a fotossíntese cósmica, retirando da quinta dimensão todas as informações necessárias para o crescimento neste plano e nesta dimensão.

Seja Luz!

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Espaço

parasitas
 

Dando continuidade à série de artigos sobre as sementes, a parte abordada neste texto, talvez seja a mais importante até aqui.

De nada adiantará a dedicação à germinação, se não tivermos espaço de crescimento, livre e desimpedido; amplo e saudável e fundamentalmente, individual.

Isso inclui tantos pequenos fatores, que há um certo receio em deixar algum de lado…

Cada individualização é uma semente e então, eu sou uma, você é outra, mesmo que ligados por laços emocionais, profissionais, familiares, ou qualquer outro pertinente à terceira dimensão.

Meu crescimento, por outro lado, depende apenas de mim e enquanto estou germinando, fixando minhas raízes, trabalhando na captação de nutrientes, tenho que fazer isso de modo único e isolado. É importante entender que precisamos deste tipo de foco, individual.

"Mas e quanto aos outros? Como posso colaborar? Ou ainda, posso ter ajuda?"

Não, não pode.

Nesse ponto, a fé de muitos se esvai. O sorriso desaparece e uma sensação de incredulidade paira pesadamente nas mentes e nos corações. O plano de brotar e posteriormente crescer, carece de "individualismo da individualização" e isso não é uma repetição linguística, é condição para que aconteça.

O "Somos Todos Um" e "Somos Todos o Mesmo" é o terreno e valida o processo ao invés de obstá-lo.

Faça por você e não pelo outro, já que Somos Um…

Cuide do seu crescimento e apenas dele. O que você quer no externo, nos outros, só depende de você e imagine se cada um puder se colocar assim, desta forma, com este foco!

Quando nos afastamos das outras sementes com o objetivo de germinar começamos um sensacional processo de troca que antes não existia. Ele parte de cada semente e integra os elementos externos: ar, luz, água, nutrientes do terreno.

É quando brotamos, conscientes de que o foco é em nós mesmos, que a união acontece e a mágica começa: sua semente não é mais latência; você broto, inicia a captação da luz. Transforma o que recebe em nutrientes que servirão ao Todo e querendo ou não, pensando nisso ou não, planejadamente ou não, já contribui com os demais processos de crescimento, porque inicia a doação e dispensa demais nutrientes no solo, solo este, que aí sim, é UM. Percebe como neste ponto, isolamento e individualidade não têm nada a ver com egoísmo?

O que difere semente de broto, além do externo e visível é a perspectiva. É verdade que brotos "enxergam" mais longe e já têm a experiência da mudança de condição. Daí, a achar que podem auxiliar, é um pequeno passo, só que este, em nada ajuda. Brotos também não são plantas formadas… Não é uma questão de hierarquia, porém, é fato que a vivência posiciona melhor os viventes!

Contudo, livre-se da síndrome do salvador. Para começar, não há o que salvar, porque nunca se tratou de perdidos ou incapazes.

São escolhas que determinam os caminhos e elas pertencem a quem as faz, a mais ninguém.

A semente ao seu lado tem tanta chance e possibilidade quanto você.

O broto que já germinou nada pode fazer por você, semente, a não ser nutri-lo enquanto está no processo, pois ele já troca com o ambiente e essa é a sua pequenina e única parte.

Nem o jardineiro pode fazer alguma coisa!

Assim, nada de querer enroscar no outro para que ele te ajude a crescer ou, ao contrário, servir de estaca aos que estão crescendo.

Pense na confusão que isso ocasiona, um tipo de roubo muito comum e à primeira vista, até licito! Parece que é bom "ajudar", não? Nos parece óbvio que poderíamos ter ajuda… Mas não precisamos!

Nos concentremos em germinar e o resto é por conta do processo.

O que favorecerá seu crescimento está disponível, é seu. Também está disponível para todas as outras individualizações, não duvide disso. Não há chance, sorte, terreno mais fértil, condições melhores. Estamos TODOS no mesmo solo dimensional. Nada é negado, em termos de potencial, a nenhuma individualização.

O coração da grande árvore já está presente na semente; é ela mesma um grande coração que precisa de um corpo para alimentar.

Criemos este corpo de Luz.

É só isso.

Seja Luz!

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Manter o terreno limpo

  seed
Sementes brotam de dentro para fora. Trazem à tona aquilo que acumularam durante o período em que se preparavam para germinar.

Escolheram não permanecer apenas como sementes, guardando em seu espaço interior toda a possibilidade que o Universo lhes concedeu.

Decidiram pela expansão e brotaram. A princípio, apenas uma minúscula folhinha, quase que imperceptível aos olhos, demonstra todo esse propósito de iniciação e espia, timidamente, o novo que se apresenta.

Ao brotar ela se lança ao desconhecido, a um meio que até então, não lhe é familiar e precisa de um tempo de adaptação para se acostumar ao ambiente com ar, com luz, mas também com intempéries.

Nesse período, todo o seu conhecimento tem que ser reformulado, assim como avaliadas as condições que determinarão sua continuidade.

Brotos não escolhem se querem ou não continuar naquele lugar. Uma vez despertos do sono da germinação, seu caminho já está decidido. Não podem simplesmente largar seu destino e tentar uma nova adaptação em outro canteiro.

Brotos também não podem transformar de imediato, todo o espaço que se encontra ao seu redor. Por isso, nessa busca pelo crescimento, eles mantêm firme a vontade de desviar das pedrinhas, que porventura aparecem, e seguem com determinação, buscando o fortalecimento no sopro do vento, na luz difusa que chega até eles e nas gotas que o orvalho lhes oferece.

Procuram por caminhos que lhes facilitem o desenvolvimento e não ficam restritos às dificuldades que se apresentam. Superam esses desajustes sabendo que irão contorná-los e que todo e qualquer impedimento é apenas mais um exercício de fortalecimento.

Brotos não fazem comparação, nem com os outros que estão em formação no mesmo canteiro, nem com aqueles que já estão mais fortes, nem sentem saudades do tempo em que eram sementes e permaneciam no conforto do sono da possibilidade. Eles simplesmente se desenvolvem buscando o espaço que lhes é permitido e não impedindo que os outros também o façam.

Mas na lide do campo ou do jardim, sempre existe o agricultor ou o jardineiro que cuida do terreno, limpando e cuidando do espaço para que pragas não se instalem. No caso das sementes cósmicas, como ser broto e jardineiro ao mesmo tempo?

No DNA desses brotos já existe impresso o manual de conservação. Todas as recomendações necessárias para o bom desenvolvimento e para a vida plena estão disponíveis a todos e podem ser usados a qualquer momento e situação.

Todas as leis que regem as relações entre as individualizações, possibilitam que o solo do desenvolvimento se mantenha limpo e cuidado e impedem que as possíveis pragas do desajuste se instalem.

É necessário que se tenha mais atenção e cuidado com as decisões, com as palavras, com os conceitos já estabelecidos, com os julgamentos, com os rótulos, com as vontades, em resumo: com o ego.

Além disso, filtrar, selecionar e comprovar informações é útil para que não se tenha desperdício de energia, pois como já sabemos, "informação é igual à energia e energia é igual à informação; energia carrega energia e energia carrega informação; informação carrega energia e informação carrega informação."

É importante fazer essa reflexão, considerando a responsabilidade e a importância de cada individualização para o processo de formação do novo canteiro terrestre, não só como brotos cósmicos, mas também como jardineiros de nós mesmos.

Seja Luz!

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ATERRAR

A raiz é imprescindível à planta, haja vista que além de fixar ela absorve do solo os nutrientes necessários à sobrevivência do vegetal. Porém há outra função importante que é fazer reserva de nutrientes, como no caso dos tubérculos.

Foto de Marcos Corazza da planta de Margareth Araujo, com raízes expostas!

Foto de Marcos Corazza da planta de Margareth Araujo, com raízes expostas!

 

Nos vegetais sem sementes (as pteridófitas) as raízes se desenvolvem ainda nos primeiros estágios do crescimento do esporófito. Já nos vegetais com sementes (as espermatófitas) as raízes tem origem ainda no embrião. Neste último caso, a radícula é o primeiro órgão a se desenvolver no instante em que há a germinação da semente. Porém esta radícula trilha caminhos diferentes quando trata-se de Monocotiledôneas e Dicotiledôneas.

Do site http://www.infoescola.com/plantas/raiz/

Quando a palavra crescer é citada, pensamos, imediatamente, em um movimento "para cima, para o alto", ligado ao superior, de um jeito ou de outro.

No caso específico dos vegetais, eles fazem as duas coisas ao mesmo tempo: crescem para cima e para baixo, gerando raízes que são a base para o restante do processo. Sem isso, não há crescimento.

Há três funções para as raízes, como vimos acima: fixar, absorver e guardar.

O que adianta saber que existem outras dimensões, que temos acesso imediato à quinta, se não trazemos isso para o nosso mundo, na terceira dimensão?

O fixar e aterrar, para o nosso caso, é conseguirmos nos voltar para a realidade, trazendo os conceitos da verdade. O contrário não funciona. Não adianta levar para as dimensões superiores, os problemas, mazelas e circunstâncias da terceira dimensão. Lá é "mais", não melhor, "mais", e um nível absorve o outro.

Desta forma, ao fixarmos profundamente nossas raízes, aterrando cada uma das ramificações, viramos o canal para as mensagens e transferimos o conhecimento "de lá", para "cá".

Isso está totalmente ligado à segunda função: absorver.

Sem a raiz, nada do que vem através dos insights do Espaço do Coração, ou da experiência com a quinta dimensão externa, pode ser incorporado à semente e caímos no vazio da teoria que de nada nos serve. Lemos o Codex e não o absorvemos. Ouvimos uma comunicação e nem entendemos que é externa. Somos agraciados com um aumento de percepção que não agregamos aos órgãos já existentes. Relembramos os processos de Correção e continuamos tomando o remédio e acreditando apenas na doença e não na Matriz Biológica Perfeita. (Sim, tome o remédio e faça de tudo para que seu corpo, paralelamente, lembre-se do padrão de perfeição.) É disso que se trata absorver.

Por fim, guardar.

Uma parte do que vem das dimensões superiores sequer é compreendida conscientemente e é para ser assim mesmo.

Estamos "em processo". É de se entender que não daremos conta de tudo, logo de cara.

O que fica sem explicação, a energia que apenas abastece e não precisa de utilização imediata, repousa também na raiz.

Um dia, terá função, porém, é obrigatório que criemos espaço para a reserva, produzindo raízes sólidas e profundas, capazes de guardar o que é importante, para a ocasião perfeita.

Se você está às voltas com momentos de dúvida sobre seu desenvolvimento energético, verifique o estado de suas raízes. Será que não está apenas ocupado em crescer "para cima"? Quanto tem mergulhado em si mesmo no sentido de fortalecer as bases, a raiz? Tudo o que recebe externamente em forma de informações, passa rapidamente e fica no terreno abstrato?

Cave mais e concentre-se… Foco na raiz! :)

Seja Luz!

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Cuidar das raízes

      raiz
Quando olhamos para uma grande árvore, a primeira coisa que vemos é sua copa majestosa, que nos impressiona pela sua folhagem, pelas suas flores ou pelos seus frutos, dependendo da época em que estivermos.

Se continuarmos a olhar para essa mesma árvore, iremos verificar que são inúmeros os galhos que a compõem e que estes, por sua vez, têm origem em um forte e firme tronco.

Ficamos embevecidos com as flores, nos deliciamos com os frutos, cultivamos as sementes, mas – como na maioria das vezes não são visíveis para os nossos olhos – esquecemo-nos de reverenciar as raízes.

Ocultas à nossa visão imediata, as raízes representam a parte mais importante de uma grande e bela árvore. Para baixo do solo esconde-se, praticamente, outra árvore com o mesmo tamanho daquela que reina na superfície. Como se sustentaria uma estrutura tão grande, se não tivesse um apoio de tamanho proporcional?

Além dessa função, as raízes são responsáveis pela alimentação e pela vida saudável da planta durante toda sua vida.

E justamente quando vemos uma árvore desnuda, revelando seus galhos fantasmagóricos, é quando as raízes estão preparando o milagre da floração. A árvore, como individualização, despe-se das folhas para que as raízes possam trabalhar exclusivamente nessa tarefa. E toda a árvore cumpre seu dever no recolhimento, de uma maneira tranquila, segura de que ressurgirá fortalecida e com uma beleza ainda maior do que havia antes alcançado.

Estamos nos preparando para uma nova era, onde novas vivências e novas experiências serão necessárias. Para que estejamos fortes e aptos para o trabalho que virá, é preciso cuidar de nossas raízes.

Cuidar de nossas raízes é nos voltarmos para o que temos de mais valioso e precioso dentro de nós, é nos recolhermos para avaliarmos as nossas aptidões, os nossos dons e nos encontrarmos com o nosso verdadeiro "EU".

Nesse processo de mudança "de estação", assim como as árvores, precisamos do silêncio do nosso solo interior, para ouvirmos a música do reencontro; precisamos de tranquilidade para captar o gosto dos nutrientes e aproveitá-los ao máximo no nosso fortalecimento; precisamos de firmeza para seguir confiantes na nossa expansão.

Mesmo imbuídos de fortes propósitos, sentimos a dor de nos despojarmos das antigas convicções. Nosso hábito nos faz vacilar e nos empenhamos para manter a nossa atenção nesse novo foco. Trabalho árduo e individual que requer muita força de vontade para não desistirmos no meio do caminho, para não confundirmos essa tarefa com o sentimento de perda, para não nos questionarmos sobre os resultados que ainda não surgiram.

Assim como nas árvores, os frutos não surgirão rapidamente…

Essa expectativa, embora nos cause ansiedade, deve ser encarada como a preparação do milagre da transformação, onde as vestes antigas darão lugar a uma nova roupagem, muito mais vistosa, alegre, florida e iluminada.

Toda nossa gratidão e reverência às raízes que sustentarão nossa expansão no Universo!

SEJA LUZ!

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brotar

     
      O encontro de Agosto, em São Paulo, levantou algumas questões fundamentais para as "sementes", a continuação, praticamente, do que havia sido desenvolvido no evento de Julho.

Apesar de estarmos no período de descoberta dessa nova condição — o brotar — ainda não nos demos conta de que romper a casca pode causar estranhamento.

Se fosse apenas um evento físico e não energético, já seria uma diferença! Não que a dor seja necessária, mas podemos entender uma sensação distinta, como dor, o que nem corresponde à verdade, muitas vezes.

Para que prossigamos no processo durante os próximos meses, precisamos prestar atenção a alguns aspectos importantes:

  1. cuidar das raízes antes de pensar em crescer "para cima"
  2. aterrar; firmarmo-nos no solo, com o auxílio das raízes, mesmo que pequenas
  3. manter o terreno em volta do broto, limpo e bem cuidado
  4. não permitir que os brotos vizinhos se enrosquem em nós, para não perdermos a força; do mesmo modo, não devemos obliterar o caminho dos demais, sugando suas energias de crescimento
  5. obter do alto – a quinta dimensão, então – os insights para o melhor crescimento e não, levar os problemas da 3D até lá. "Puxar para cá"
  6. usar a moeda dos dons e talentos
  7. submeter as questões da 3D ao Codex e buscar no texto, ou no entendimento mais profundo dos conceitos, as soluções

De modo geral, o assunto girou em torno da necessidade de, passada a euforia da descoberta de que "somos sementes; somos brotos; somos Luz; somos mestres de nossas próprias individualizações", efetivarmos a condição de seres prontos, perfeitos e capazes, trazendo para cá, para nossa vida pessoal e coletiva, todas essas certezas.

Cada um desses tópicos será abordado isoladamente nos próximos artigos, um a um, até que tenhamos dito, sentido e pensado profundamente sobre as premissas e, juntos, entendamos o significado de todas.

Por enquanto, faça você o exercício de refletir e resignificar…

No contexto do Novo Ciclo, as afirmações têm diferentes explicações e podem ser usadas para um salto qualitativo e quantitativo na escala de evolução individual, porque, com foco necessário e atenção suficiente, cada uma das frases é um atalho que nos leva mais rapidamente aos nossos objetivos.

Na próxima postagem, o primeiro artigo especial da série: As Sementes Brotam.

Seja Luz!

fonte: http://unaversidade.org/movimento/

 
 
O amor que remove montanhas,
o amor que inspira a todos a desejarem um mundo melhor,
o ser humano que ama a todos como a si mesmo,
e que deseja apenas ser  . . . ser luz  e finalmente
 encontrar  o Reino de Deus
em seu coração !!!
Irene Ibelli 
Empreendedora Digital, Humanista e Espiritualista
Eleita Cidadã Planetária Pelo Projeto
Vôo da Águia

segunda-feira, 23 de setembro de 2013

MONA LISA – NAVE EXTRA TERRESTRE NA LUA COM TRIPULAÇÃO E TUDO MAIS

MONA LISA – NAVE EXTRA TERRESTRE NA LUA COM TRIPULAÇÃO E TUDO MAIS

Uma Nave Espacial Alienígena na Lua

Uma Nave Espacial Alienígena na Lua

por Viewzone.com
Tradução: Maria
Esta é uma história que tem circulado na Web desde 2007. É bastante surpreendente e fico espantado por não ter recebido mais atenção. Penso que muitos editores imaginaram que era demasiado absurda para ser verdade.
Para ser honesto, pensamos que era uma fraude até que um dos membros do viewzone decidiu procurar
excertos do filme no site da NASA, e notou que havia duas imagens disponíveis do objecto, (tiradas de ângulos diferentes) e fez uma composição a 3 D. Os resultados estão no fim desta página. Embora não estejamos confiantes no vídeo e nas imagens da entidade alienígena (o corpo de mulher), estamos surpreendidos que as imagens a r dimensões mostrem um verdadeiro objecto na superfície da Lua.
Se têm os óculos vermelhos e azuis a 3 D, podem ver a nave especial com muita nitidez. Não há muitas dúvidas que é uma nave espacial – ou isso ou um submarino – mas deixamos isso ao critério dos leitores.

Uma Nave Espacial Alienígena na Lua

Origem da história
O relato chegou até nós de um homem que afirma que fez parte de uma missão especial da NASA:
William Rutledge está reformado e agora vive em África. Surgiu recentemente para revelar alguns factos espantosos sobre o seu envolvimento com a NASA nos anos 70. Rutledge afirma ter trabalhado pelo menos em duas missões à Lua, incluindo a missão falhada da Apollo 19, e da Apollo 20, que diz ter sido lançada em Agosto de 1976 da Base da Força Aérea de Vandenberg.
Segundo Rutledge, ambas estas missões eram "missões Espaciais classificadas conjuntas" resultantes da colaboração entre o governo dos Estados Unidos e o governo Soviético. Não aparecem em nenhum registo das missões da NASA -- e, se for verdade – por boas razões.
O objectivo dessas missões era investigar um grande objecto no lado oculto da Lua, na região Delporte-Izsak, alegadamente descoberto e fotografado durante a missão Apollo 15. O objecto, que se assemelha vagamente a um caça "Asa X" como é visto nos filmes da Guerra das Estrelas, foi tomado por um spacecraft (nave espacial) que se tinha despenhado ou que foi abandonada na Lua em tempos antigos.

Uma Nave Espacial Alienígena na Lua

Uma Nave Espacial Alienígena na Lua

Qual é o tamanho desta nave? Graças ao site ramistrip.com, temos um gáfico para demonstrar. Quando dizemos "enorme" realmente precisamos de outra palavra porque esta não descreve esta nave. Deixo que a fotografia fale por si!

Uma Nave Espacial Alienígena na Lua

Imagens, e mesmo vídeos dessa nave apareceram na web, e foram popularizadas por investigadores como Richard C. Hoagland durante os últimos anos.

Uma Nave Espacial Alienígena na Lua

O corpo recuperado de uma mulher EBE
Rutledge afirma que eles (juntamente com o cosmonauta Soviético Lexei Leonov) aterraram um módulo Lunar (de fabrico Russo) perto da nave alienígena e entraram nela. Certos artefactos foram descobertos e recuperados, incluindo dois corpos pertencendo aos alegados "pilotos --Um estava em excelentes condições e parecia ser uma mulher. Um segundo corpo estava demasiado deteriorado e a cabeça foi recuperada. A mulher foi apelidada de "Mona Lisa".
"Fomos ao interior da nave especial enorme, e também de forma triangular. A parte mais destacada da exploração foi a seguinte: Era uma nave espacial, muito antiga, que cruzou o universo pelo menos a um bilião de anos ( 1 bilião e meio foi o tempo estimado). Haviam muitos sinais biológicos dentro dela, restos antigos de vegetação na secção do "motor", rochas triangulares especiais que emitiam "lágrimas" de um liquido amarelo que tinham propriedades medicinais e, certamente, de criaturas extra solares.
Encontramos restos de pequenos corpos (10 cm) a viver numa rede de tubos de vidro, em toda a nave, mas a principal descoberta foram dois corpos, um intacto.
A "City" como foi chamada na Terra e registrada como estação um, mas que parecia ser verdadeiro lixo espacial, cheia de cortes, partes de ouro, só uma construção parecia intacta (chamamos-lhe a Catedral). Fizemos fotos de peças de metal, de tudo o que mostrava caligrafia, exposto ao sol. A "City" parece ser tão antiga quanto a nave, mas é uma parte muito pequena. No vídeo pirata, as lentes das teleobjectivas tornam os artefactos maiores.

Uma Nave Espacial Alienígena na Lua

Uma Nave Espacial Alienígena na Lua

Uma Nave Espacial Alienígena na Lua
Imagens da "City"


Não me lembro quem deu o nome à rapariga, se foi Leonov ou eu – era uma EBE (extraterrestrial biological entity = entidade biológica extra terrestre ) intacta. Humanoide, fêmea, 1.65. Com órgãos genitais, cabelo, seis dedos ( acreditamos que a matemática é baseada na dúzia). Função: piloto. Aparelhos de pilotagem fixados aos dedos e aos olhos, sem roupas, tivemos de cortar dois cabos ligados ao nariz. Sem buracos nas narinas. Leonov retirou os aparelhos dos olhos (pode ver no vídeo). Concreções de sangue ou de liquido que surgiu e congelou na boca, nariz, olhos e em algumas partes do corpo. Algumas partes do corpo estavam numa condição excepcionalmente boa, (cabelo) e a pele estava protegida por uma fina camada transparente. Como dissemos para o controlo da missão, o estado vital parecia nem morto nem vivo.
Não tínhamos conhecimentos nem experiência médica, mas Leonov e eu aplicamos um teste, aplicamos o nossos equipamento biológico ao EBE, e a telemetria recebida pelo cirurgião (Médicos de Controlo da Missão) foi positiva.
Isso é outra história. Agora, algumas partes podiam não ser credíveis, prefiro contar a história toda quando estiverem outros vídeos online. Esta experiência foi filmada em LM. Encontramos um outro corpo, destruído, trouxemos a cabeça para bordo. A cor da pele era azul acinzentada e azul pastel. A pele tinha alguns pormenores estranhos, debaixo dos olhos e na testa, uma banda à volta da cabeça, sem qualquer inscrição. O "cockpit" = cabine de comando estava cheio de caligrafia em forma de tubos longos semi hexagonais. Ela está na Terra e não está morta, mas prefiro publicar outros vídeos antes de dizer o que aconteceu depois."
--
Entrevista de William Rutledge (em Inglês)

Uma Nave Espacial Alienígena na Lua

Foram encontrados na face da mulher alienígena tubos estranhos. Foram removidos mais tarde e o seu corpo foi inspeccionado e filmado a bordo do Módulo Lunar. O vídeo está disponível no YouTube.

ABAIXO UM DOS VÍDEOS

Também foram encontradas amostras do que parece ser escrita. Embora pareça mais serem gatafunhos.

Uma Nave Espacial Alienígena na Lua

Conclusão da Viewzone
Se bem que o vídeo e a história possam parecer ser um embuste, o objecto que foi fotografado pela Apollo 15 é completamente real. Não é uma descoloração da superfície, um artefacto ou uma cratera estranhamente iluminada. A fotografia a 3 dimensões mostra claramente a forma e a posição deste objecto tão pouco habitual.
Embaixo, tomamos duas imagens publicadas da missão Apollo 15 e misturamos para formarem uma imagem a 3 dimensões. Para ver com exactidão necessita de um par de óculos de 3 dimensões (vermelho na lente esquerda e azul na direita. O que é isto?

3D glasses on!

Uma Nave Espacial Alienígena na Lua

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Irene Ibelli 
Empreendedora Digital, Humanista e Espiritualista
Eleita Cidadã Planetária Pelo Projeto
Vôo da Águia

A INTERSEÇÃO E O MUNDO DAS SOMBRAS - MENSAGEM DE KAREN BISHOP

 


A INTERSEÇÃO E O MUNDO DAS SOMBRAS
Mensagem de Karen Bishop
 22 de Setembro de 2013.

À medida que entramos no equinócio de Outono, alguns cenários estão começando a se revelar. E como é sempre o caso, cada um de nós experiencia coisas em nosso próprio tempo e de nossa própria maneira.
Porque estamos entrando em um espaço inteiramente novo no cosmos, e em que as coisas serão muito, muito diferentes, nossa nova realidade deve se equiparar ao nosso novo espaço, ou pelo menos começar a se ajustar a ele. Desta maneira, muita escuridão foi deslocada nos últimos dias, por causa desta grande transição. A escuridão não pertence a este novo e absolutamente surpreendente espaço. Há agora uma quantidade razoável dela voando e flutuando ao redor de nós, enquanto ela busca um novo lar.
O aumento da violência está entrando nas manchetes. Podemos ter sonhos onde estamos tentando nos proteger de algo que interpretamos como tenebroso e assustador. Podemos estar recebendo uma quantidade incomum de e-mails não solicitados, tentando nos atrair, em uma desagradável violação. Podemos ainda obter um vírus no computador, quando nunca antes tivemos. Podemos receber chamadas telefônicas tentando nos ludibriar. Podemos nos perceber atraídos para o lado mais sombrio das notícias ou da televisão. Podemos estar sentindo uma estranha ansiedade, pois a ansiedade é geralmente um indicador de que a escuridão está presente em algum lugar, em nosso espaço, ainda que a um nível invisível.
Estes aspectos deslocados da escuridão estão tentando entrar em nossos espaços, pois agora não lhes restou nenhum lugar para ir. Tudo o que precisamos fazer é reconhecê-los, enquanto lhes enviamos amor e lhes dizemos um adeus afeiçoado. Porque é a energia do amor que a desalojou. Ao permanecermos em espaços de amor, amando-nos e amando seja o que for ou quem for que nos cerque, cria um escudo muito natural de proteção, enquanto ao mesmo tempo nos mantêm em alinhamento com a nova realidade.
Estamos atravessando agora. Estamos indo a um lugar tão novo e diferente que podemos senti-lo em determinados níveis de nosso ser. Podemos ter uma noite muito agitada, sem dormirmos, como sendo incapazes de liberarmos plenamente e cairmos em um sono profundo: isto é muito comum quando estamos fazendo a transição. Podemos sentir um final súbito ou a morte do velho, como se fosse um tapete arrancado debaixo de nossos pés. Podemos começar a questionar os nossos novos caminhos, ainda que pensássemos que já sabíamos quais eles eram. Podemos nos debater e tentarmos nos agarrar a algo familiar para nos estabilizar. Podemos sentir que estamos estranhamente deixando tudo para trás e partindo para um horizonte desconhecido. Ou podemos até sentir a perda de nosso próprio senso, pois agora deixamos para trás os nossos velhos eus, saibamos disto conscientemente ou não.
Ainda não é o momento para avançarmos, teremos ainda outra série de energias aconchegantes. Esta energia se manifestará como coisas que nos seduz a ficarmos onde estamos, pessoas nos proporcionando coisas que ocorrerão ou que estão surgindo bem onde atualmente estamos, ou mesmo coisas no mundo físico que tentam nos reter. O universo está dizendo: "Fique aqui. Não é o momento ainda." E em outros pontos, podemos nos sentir tão sonolentos que mal podemos permanecer despertos, até após uma boa noite de sono. Atravessar para outra dimensão quase sempre cria a sonolência.
Após atravessarmos para esta terra muito nova, o velho irá parecer apenas isto... velho. Olhar para coisas do nosso passado pode trazer uma estranha ansiedade, porque em nossos níveis mais elevados do ser, sabemos que não queremos retornar. Retornar ao mundo das sombras parecerá apenas isto... uma sombra sem substância ou sem um sopro de vida nele. Podemos literalmente estar avançando e quando o fizermos, olhar para trás irá revelar um velho com que não podemos nem remotamente nos relacionar. Não somos mais aquela pessoa e não mais vivemos naquele mundo.
Depois que um número suficiente de almas fizer a sua transição para o novo, a velha plataforma ou estrutura temporária que nos manteve por tanto tempo se desintegrará... e muita coisa cairá com ela. Muitos serão guiados para novos locais geográficos, e estes locais serão perfeitos para nós, em todos os sentidos. Seremos recolhidos, sãos e salvos, enquanto o que permanece começa uma reestruturação imensa. Esta reestruturação irá durar, a partir do momento desta mensagem, três anos (mas não podemos prever linhas do tempo com a ascensão: sabemos disto agora).
Quando estivermos completamente instalados do outro lado, começaremos muitas criações novas, pois podemos agora finalmente fazer o que sempre quisemos fazer. A luz e a energia aqui são totalmente surpreendentes e parece mais predominantemente como um espaço com uma distinta ausência da escuridão. Algo que não experienciamos por muito tempo. Enquanto a transição durar por algum tempo, o mundo das sombras será visível, mas com o tempo ela deixará de existir completamente.
Alguns chegarão a espaços semelhantes de ocupação que nos manteve em 2009 e 2010, quando fomos muito preparados para atravessar para uma terra muito nova, mas um número suficiente do todo não estava preparado para se unir a nós, assim viemos com um plano inteiramente novo. Somente desta vez, porque o processo da ascensão assumiu as rédeas e nos levou para onde precisávamos ir, quando não poderíamos fazê-lo sozinhos, estamos finalmente chegando... sim, real e verdadeiramente chegando. Assim, embora possamos nos encontrar em cenários que são um pouco diferentes do que o que podemos ter sofrido ao longo de 2009, algumas das particularidades são ainda as mesmas. Nossos sonhos, nossos desejos e nossos novos espaços do céu na terra estão agora prontos e à espera.
Mais informações sobre o processo e o que podemos esperar estarão na próxima mensagem. Mas, por enquanto, feliz viagem!
Do meu coração para o seu,
Karen
Tradução: Regina Drumond – reginamadrumond@yahoo.com.br
 
 
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domingo, 22 de setembro de 2013

Reconhecendo o poder em seu interior




Reconhecendo o poder em seu interior

Mensagem de Arcanjo Miguel

Canalização de Sandra M. Luz
18/09/2013

Saudações queridos guerreiros, EU SOU Arcanjo Miguel.
Todos vocês estão enfrentando suas batalhas internas caminhando para frente com as ferramentas divinas que possuem.
Ainda que muitos de vocês não tenham consciência de seu poder interno, ele esta em seu interior.
Magnificamente todos vocês foram divinamente constituídos da essência divina do Criador, que os tornam também seres divinos.
Inicialmente suas experiências terrenas eram vivenciadas sem um entendimento e, portanto, expressavam-se sem passar pelo filtro de seus corações.
Levavam para suas batalhas um arsenal pesado e recorriam a várias formas de ajuda, para que pudessem sentir-se mais confiantes em seu poder interno ainda desconhecido por vocês.
Mas não caminhavam sozinhos, seus passos eram observados por uma Luz Maior que lhes protegiam, orientavam, ajudavam ainda que não percebessem.
Cada passo de coragem dado por vocês, recebiam mil passos de ajuda da luz.
Como um grande Pai, o Criador observa todos vocês, não com um olhar reprovador, julgador ou crítico, mas com o olhar amoroso e orgulhoso de sua criação.
E quando davam algum passo um pouco mais inseguro, logo a mão do Criador tocava vocês, para que sentissem mais confiantes e continuassem caminhando.
Muitos de vocês insistiam em não ouvir a voz do Criador em seu interior, e continuavam caminhando por caminhos mais tortuosos e seu desejo era respeitado até pelo Criador.
Entretanto, o destino de serem felizes e evoluírem precisa ser cumprido e vocês estão sendo impulsionados a isto.
Todas as dispensações de energias que chegam têm como propósito maior ajuda-los a vivenciar as lições cada vez mais com amor, entendimento, equilíbrio e felicidade.
Então como um guerreiro que caminha para sua batalha, vocês pouco a pouco  começam a perceber que precisam se liberar das armaduras pesadas, e de que devem levar para a frente de sua batalha apenas o essencial, para que possam sentir-se livres, ágeis e com isto fortalecer a confiança em seu interior.
Ao deixarem a armadura pesada que aqui são representadas como as crenças, hábitos, pensamentos e sentimentos limitantes vocês percebem que a sensação agora é de leveza.
Pouco a pouco começam a entender, que as ferramentas que agora precisam usar não se encontram mais fora de si, mas em seu interior.
Ao buscarem seus poderes internos perceberão o quanto são fortes, destemidos, sábios, determinados, corajosos e o quanto foram divinamente preenchidos de tudo que necessitam para serem felizes e evoluir.
Ao perceberem o poder em seu interior, seu caminhar se torna mais confiante e se libertam do medo, e fortalecem a confiança absoluta de que tudo que desejam lhe será enviado porque isto faz parte do seu propósito divino.
Reconheça o poder em seu interior, caminhe confiante, use seus poderes para serem felizes, para vivenciarem os aprendizados com entendimento, eleve sua frequência mudando sua consciência saindo da energia do medo e entrando na energia da confiança e da fé.
EU ARCANJO MIGUEL convoco todos vocês guerreiros para vencerem suas batalhas internas com seus poderes e virtudes divinas.
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É permitido compartilhar esta mensagem em sites e blogs desde que seja respeitado o texto original e os créditos ao autor. Não é permitido alteração do texto original em vídeos do youtube.
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sábado, 21 de setembro de 2013

EXILADOS DE CAPELA

[Os Exilados de Capela]

Os Exilados de Capela


Dentre os vários contingentes de exilados trazidos para o planeta Terra, o caso mais vivo em nossa memória espiritual, talvez por ter sido o mais recente, é o dos exilados provenientes do sistema de Capela.
Conforme nos relata Ramatis em "Mensagens do Astral", obra psicografada por Hercílio Maes, "...temos à disposição em nosso mundo, literatura mediúnica que cita muitos casos de espíritos expulsos de outros orbes para a Terra, em fases de seleção entre o "trigo e o joio" ou entre os "lobos e as ovelhas", fases essas pelas quais tereis em breve de passar, para higienização do vosso ambiente degradado.
Entre os muitos casos de exílio que vosso mundo tem acolhido, ocorreram diversos casos isoladamente (em pequenos contingentes) , e bem como emigrações em massa, como a proveniente do sistema de Capela, as quais constituíram no vosso mundo as civilizações dos chineses, hindus, hebraicos e egípcios, e ainda o tronco formativo dos árias. Esse o motivo por que, ao mesmo tempo em que floresciam civilizações faustosas e se revelavam elevados conhecimentos de ciência e arte, desenvolvidos pelos exilados, os espíritos originais da Terra mourejavam sob o primitivismo de tribos acanhadas.
Ombreando com o barro amassado, das cabanas rudimentares do homem terrícola, foram-se erguendo palácios, templos e túmulos faustosos, comprovando um conhecimento e poder evocado pelos exilados de outros planetas."
"No vosso mundo, esses enxotados de um paraíso planetário constituíram o tronco dos árias, descendendo dele os celtas, latinos, gregos e alguns ramos eslavos e germânicos; outros formaram a civilização épica dos hindus, predominando o gênero de castas que identificava a soberbia e o orgulho de um tipo psicológico exilado. As mentalidades mais avançadas constituíram a civilização egípcia, retratando na pedra viva a sua "Bíblia" suntuosa, enquanto a safra dos remanescentes, inquietos, indolentes e egocêntricos, no orbe original, fixou-se na Terra na figura do povo de Israel.
Certa parte desses exilados propendeu para os primórdios da civilização chinesa, onde retrataram os exóticos costumes das corporações frias, impiedosas e impassivas do astral inferior, muito conhecidas como os "dragões" e as "serpentes vermelhas".
Segundo Edgar Armond na obra "Os Exilados da Capela", "esta humanidade atual foi constituída, em seus primórdios, por duas categorias de homens, a saber: uma retardada, que veio evoluindo lentamente através das formas rudimentares da vida terrena, pela seleção natural das espécies, ascendendo trabalhosamente da inconsciência para o Instinto e deste para a Razão; homens, vamos dizer autóctones, componentes das raças primitivas das quais os "primatas" foram o tipo anterior melhor definido; e outra categoria, composta de seres exilados da Capela, o belo orbe da constelação do Cocheiro a que já nos referimos, outro dos inumeráveis sistemas planetários que formam a portentosa, inconcebível e infinita criação universal."
"Esses milhões de ádvenas para aqui transferidos, eram detentores de conhecimentos mais amplos, e de entendimento mais dilatado, em relação aos habitantes da Terra e foi o elemento novo que arrastou a humanidade animalizada daqueles tempos para novos campos de atividade construtiva, para o aconchego da vida social e, sobretudo, deu-lhe as primeiras noções de espiritualidade e do conhecimento de uma divindade criadora."
"Essa permuta de populações entre orbes afins de um mesmo sistema sideral, e mesmo de sistemas diferentes, ocorre periodicamente, sucedendo sempre a expurgos de caráter seletivo; como também é fenômeno que se enquadra nas leis gerais da justiça e da sabedoria divinas, porque vem permitir reajustamentos oportunos, retomadas de equilíbrio, harmonia e continuidade de avanços evolutivos para as comunidades de espíritos habitantes dos diferentes mundos."
"Por outro lado é a misericórdia divina que se manifesta, possibilitando a reciprocidade do auxílio, a permuta de ajuda e de conforto, o exercício enfim, da fraternidade para todos os seres da criação. Os escolhidos, neste caso, foram os habitantes de Capela que deviam ser dali expurgados por terem se tornado incompatíveis com os altos padrões de vida moral já atingidos pela evoluída humanidade daquele orbe."
"Mestres, condutores e líderes que então se tornaram das tribos primitivas, foram eles, os exilados, que definiram os novos rumos que a civilização tomou, conquanto sem completo êxito."
Vamos prosseguir neste tópico com informações trazidas por Emmanuel em "A Caminho da Luz", obra psicografada por Francisco Cândido Xavier, as quais nos proporcionam uma rápida idéia de como e em que regiões do planeta foram organizados os exilados provenientes de Capela.
O Sistema de Capela

Nos mapas zodiacais, que os astrônomos terrestres compulsam em seus estudos, observa-se desenhada uma grande estrela na Constelação do Cocheiro, que recebeu, na Terra, o nome de Cabra ou Capela. Magnífico sol entre os astros que nos são mais vizinhos, Capela é uma estrela inúmeras vezes maior que o nosso Sol e, se este fosse colocado em seu lugar, mal seria percebido por nós, à vista desarmada.
Na abóbada celeste está situada no hemisfério boreal, limitada pelas constelações da Girafa, Perseu e Lince; e quanto ao Zodíaco, sua posição é entre Gêminis, Perseu e Tauro. Na sua trajetória pelo Infinito, faz-se acompanhar, igualmente, da sua família de mundos, cantando as glórias do Ilimitado. A sua luz gasta cerca de 42 anos para chegar à face da Terra, considerando- se, desse modo, a regular distância existente entre Capela e o nosso planeta, já que a luz percorre o espaço com a velocidade aproximada de 300.000 quilômetros por segundo.
Quase todos os mundos que lhe são dependentes já se purificaram física e moralmente, examinadas as condições de atraso moral da Terra, onde o homem se reconforta com as vísceras dos seus irmãos inferiores, como nas eras pré-históricas de sua existência, marcham uns contra os outros ao som de hinos guerreiros, desconhecendo os mais comezinhos princípios de fraternidade e pouco realizando em favor da extinção do egoísmo, da vaidade, do seu infeliz orgulho.
Um Mundo em Transições
Há muitos milênios, um dos orbes da Capela, que guarda muitas afinidades com o globo terrestre, atingira a culminância de um dos seus extraordinários ciclos evolutivos. As lutas finais de um longo aperfeiçoamento estavam delineadas, como ora acontece convosco, relativamente às transições esperadas no século XX, neste crepúsculo de civilização.
Alguns milhões de Espíritos rebeldes lá existiam, no caminho da evolução geral, dificultando a consolidação das penosas conquistas daqueles povos cheios de piedade e virtudes, mas uma ação de saneamento geral os alijaria daquela humanidade, que fizera jus à concórdia perpétua, para a edificação dos seus elevados trabalhos.
As grandes comunidades espirituais, diretoras do Cosmos, deliberam, então, localizar aquelas entidades, que se tornaram pertinazes no crime, aqui na Terra longínqua, onde aprenderiam a realizar, na dor e nos trabalhos penosos do seu ambiente, as grandes conquistas do coração e impulsionando, simultaneamente, o progresso dos seus irmãos inferiores.
Espíritos Exilados na Terra
Foi assim que Jesus recebeu, à luz do seu reino de amor e de justiça, aquela turba de seres sofredores e infelizes.
Com a sua palavra sábia e compassiva, exortou essas almas desventuradas à edificação da consciência pelo cumprimento dos deveres de solidariedade e de amor, no esforço regenerador de si mesmas. Mostrou-lhes os campos imensos de luta que se desdobravam na Terra, envolvendo-as no halo bendito da sua misericórdia e da sua caridade sem limites. Abençoou-lhes as lágrimas santificadoras, fazendo-lhes sentir os sagrados triunfos do futuro e prometendo-lhes a sua colaboração cotidiana e a sua vinda no porvir.
Aqueles seres angustiados e aflitos, que deixavam atrás de si todo um mundo de afetos, não obstante os seus corações empedernidos na prática do mal, seriam degredados na face obscura do planeta terrestre; andariam desprezados na noite dos milênios da saudade e da amargura; reencarnariam no seio de raças ignorantes e primitivas, a lembrarem o paraíso perdido nos sofrimentos distantes. Por muitos séculos não veriam a suave luz da Capela, mas trabalhariam na Terra acariciados por Jesus e confortados na sua imensa misericórdia.
A Civilização Egípcia
Dentre os Espíritos degredados na Terra, os que constituíram a civilização egípcia foram os que mais se destacaram na prática do Bem e no culto da Verdade.
Aliás, importa considerar que eram eles os que menos débitos possuíam perante o tribunal da Justiça Divina. Em razão dos seus elevados patrimônios morais, guardavam no íntimo uma lembrança mais viva das experiências de sua pátria distante. Um único desejo os animava, que era trabalhar devotadamente para regressar, um dia, aos seus penates (deuses do lar entre os romanos e etruscos - Derivação:sentido figurado. casas paternas; lares, famílias) resplandecentes. Uma saudade torturante do céu foi a base de todas as suas organizações religiosas.
Em nenhuma civilização da Terra o culto da morte foi tão altamente desenvolvido. Em todos os corações a ansiedade de voltar ao orbe distante, ao qual se sentiam presos pelos mais santos afetos. Foi por esse motivo que, representando uma das mais belas e adiantadas civilizações de todos os tempos, as expressões do antigo Egito desapareceram para sempre do plano tangível do planeta. Depois de perpetuarem nas pirâmides os seus avançados conhecimentos, todos os Espíritos daquela região africana regressaram à pátria sideral.
A Ciência Secreta

Em virtude das circunstâncias mencionadas, os egípcios traziam consigo uma ciência que a evolução não comportava.
Aqueles grandes mestres da antiguidade foram, então, compelidos a recolher o acervo de suas tradições e de suas lembranças no ambiente reservado dos templos, mediante os mais terríveis compromissos dos iniciados nos seus mistérios. Os conhecimentos profundos ficaram circunscritos ao círculo dos mais graduados sacerdotes da época, observando-se o máximo cuidado no problema da iniciação.
A própria Grécia, que aí buscou a alma de suas concepções cheias de poesia e beleza, através da iniciativa dos seus filhos mais eminentes, no passado longínquo, não recebeu toda a verdade das ciências misteriosas. Tanto é assim, que as iniciações no Egito se revestiam de experiências terríveis para o candidato à ciência da vida e da morte - fatos esses que, entre os gregos eram motivos de festas inesquecíveis.
Os sábios egípcios conheciam perfeitamente a inoportunidade das grandes revelações espirituais naquela fase do progresso terrestre; chegando de um mundo de cujas lutas, na oficina do aperfeiçoamento, haviam guardado as mais vivas recordações, os sacerdotes mais eminentes conheciam o roteiro que a Humanidade terrestre teria de realizar. Aí residem os mistérios iniciáticos e a essencial importância que lhes era atribuída no ambiente dos sábios daquele tempo.
O Politeísmo Simbólico
Nos círculos esotéricos, onde pontificava a palavra esclarecida dos grandes mestres de então, sabia-se da existência do Deus Único e Absoluto, Pai de todas as criaturas e Providência de todos os seres, mas os sacerdotes conheciam, igualmente, a função dos Espíritos prepostos de Jesus, na execução de todas as leis físicas e sociais da existência planetária, em virtude das suas experiências pregressas.
Desse ambiente reservado de ensinamentos ocultos, partiu, então, a idéia politeísta dos numerosos deuses, que seriam os senhores da Terra e do Céu, do Homem e da Natureza. As massas requeriam esse politeísmo simbólico, nas grandes festividades exteriores da religião. Já os sacerdotes da época conheciam essa franqueza das almas jovens, de todos os tempos, satisfazendo- as com as expressões exotéricas de suas lições sublimadas.
Dessa idéia de homenagear as forças invisíveis que controlam os fenômenos naturais, classificando- as para o espírito das massas, na categoria dos deuses, é que nasceu a mitologia da Grécia, ao perfume das árvores e ao som das flautas dos pastores, em contato permanente com a Natureza.
O Culto da Morte e a Metempsicose
Um dos traços essenciais desse grande povo foi a preocupação insistente e constante da Morte. A sua vida era apenas um esforço para bem morrer. Seus papiros e afrescos estão cheios dos consoladores mistérios do além-túmulo.
Era natural. O grande povo dos faraós guardava a reminiscência do seu doloroso degredo na face obscura do mundo terreno. E tanto lhe doía semelhante humilhação, que, na lembrança do pretérito, criou a teoria da metempsicose, acreditando que a alma de um homem podia regressar ao corpo de um irracional, por determinação punitiva dos deuses. a metempsicose era o fruto da sua amarga impressão, a respeito do exílio penoso que lhe fora infligido no ambiente terrestre.
Inventou-se, desse modo, uma série de rituais e cerimônias para solenizar o regresso dos seus irmãos à pátria espiritual. Os mistérios de Ísis e Osíris mais não eram que símbolos das forças espirituais que presidem aos fenômenos da morte.
Os Egípcios e as Ciências psíquicas
As ciências psíquicas da atualidade eram familiares aos magnos sacerdotes dos templos. O destino e a comunicação dos mortos e a pluralidade das existências e dos mundos eram, para eles, problemas solucionados e conhecidos. O estudo de suas artes pictóricas positivam a veracidade destas nossas afirmações. Num grande número de afrescos, apresenta-se o homem terrestre acompanhado do seu duplo espiritual.
Os papiros nos falam de suas avançadas ciências nesse sentido, e, através deles, podem os egiptólogos modernos reconhecer que os iniciados sabiam da existência do corpo espiritual preexistente, que organiza o mundo das coisas e das formas. Seus conhecimentos, a respeito das energias solares com relação ao magnetismo humano, eram muito superiores aos da atualidade. Desses conhecimentos nasceram os processo de mumificação dos corpos, cujas fórmulas se perderam na indiferença e na inquietação dos outros povos.
Seus reis estavam tocados do mais alto grau de iniciação enfeixando nas mãos todos os poderes espirituais e todos os conhecimentos sagrados. É por isso que a sua desencarnação provocava a concentração mágica de todas as vontades, no sentido de cercar-lhes o túmulo de veneração e de supremo respeito. Esse amor não se traduzia, apenas, nos atos solenes da mumificação. Também o ambiente dos túmulos era santificado por estranho magnetismo. Os grandes diretores da raça, que faziam jus a semelhantes consagrações, eram considerados dignos de toda a paz no silêncio da morte.
As Pirâmides
A assistência carinhosa do Cristo não desamparou a marcha desse povo cheio de nobreza moral. Enviou-lhe auxiliares e mensageiros, inspirando-o nas suas realizações, que atravessaram todos os tempos provocando a admiração e o respeito da posteridade de todos os séculos.
Aquelas almas exiladas, que as mais interessantes características espirituais singularizam, conheceram, em tempo, que o seu degredo na Terra atingira o fim. Impulsionados pelas forças do Alto, os círculos iniciáticos sugerem a construção das grandes pirâmides, que ficariam como a sua mensagem eterna para as futuras civilizações do orbe. Esses grandiosos monumentos teriam duas finalidades simultâneas: representariam os mais sagrados templos de estudos e iniciação, ao mesmo tempo em que constituiriam, para os pósteros (que ainda vai acontecer; futuro - a geração ou as gerações que vêm depois da de quem fala ou escreve) um livro do passado, com as mais singulares profecias em face das obscuridade do porvir.
Levantaram-se, dessarte (advérbio - destarte - assim, desta maneira; dessarte) as grandes construções que assombraram a engenharia de todos os tempos. Todavia, não é o colosso de seus milhões de toneladas de pedra nem o esforço hercúleo do trabalho de sua justaposição o que mais empolga e impressiona a quantos contemplam esses monumentos. As pirâmides revelam os mais extraordinários conhecimentos daquele conjunto de Espíritos estudiosos das verdades da vida. A par desses conhecimentos, encontram-se ali os roteiros futuros da Humanidade terrestre.
Cada medida tem a sua expressão simbólica, relativamente ao sistema cosmogônico (relativo ou pertencente a cosmogonia; cosmogenético - conjunto de teorias que propõe uma explicação para o aparecimento e formação do sistema solar) do planeta e à sua posição no sistema solar. Ali está o meridiano ideal, que atravessa mais continentes e menos oceanos, e através do qual se pode calcular a extensão das terras habitáveis pelo homem, a distância aproximada entre o Sol e a Terra, a longitude percorrida pelo globo terrestre sobre a sua órbita no espaço de um dia, a precessão dos equinócios, bem como muitas outras conquistas científicas que somente agora vêm sendo consolidadas pela moderna astronomia.
Redenção
Depois dessa edificação extraordinária, os grandes iniciados do Egito voltam ao plano espiritual, no curso incessante dos séculos. Com seu regresso aos mundos ditosos da Capela, vão desaparecendo os conhecimentos sagrados dos templos tebanos, que, por sua vez, os receberam dos grandes sacerdotes de Mênfis.
Aos mistérios de Ísis e de Osíris, sucedem-se os de Elêusis, naturalmente transformados nas iniciações da Grécia antiga.
Em algumas centenas de anos, reuniram-se de novo, nos planos espirituais, os antigos degredados, com a sagrada bênção do Cristo, seu patrono e salvador. A maioria regressa, então, ao sistema da Capela, onde os corações se reconfortam nos sagrados reencontros das suas afeições mais santas e mais puras, mas grande número desses Espíritos, estudiosos e abnegados, conservou-se nas hostes de Jesus, obedecendo a sagrados imperativos do sentimento e, ao seu influxo divino, muitas vezes têm reencarnado na Terra, para desempenho de generosas e abençoadas missões.
A Índia
Dos Espíritos degredados no ambiente da Terra, os que se agruparam nas margens do Ganges foram os primeiros a formar os pródromos
(Uso: formal: o que antecede a (algo); precursor, prenúncio, antecedente - Ex.: os p. da revolução - 2 espécie de prefácio; introdução, preâmbulo) de uma sociedade organizada, cujos núcleos representariam a grande percentagem de ascendentes das coletividades do porvir. As organizações hindus são de origem anterior à própria civilização egípcia e antecederam de muito os agrupamentos israelitas (sempre sofreram as conseqüências nefastas do orgulho e do exclusivismo) , de onde sairiam mais tarde personalidades notáveis como as de Abraão e Moisés.
As almas exiladas naquela parte do Oriente muito haviam recebido da misericórdia do Cristo, cuja palavra de amor e de cuja figura luminosa guardavam as mais comovedoras recordações, traduzidas na beleza dos Vedas e dos Upanishads. Foram elas as primeiras vozes da filosofia e da religião no mundo terrestre, como provindo de uma raça de profetas, de mestres e iniciados, em cujas tradições iam beber a verdade os homens e os povos do porvir, salientando- se que também as suas escolas de pensamento guardavam os mistérios iniciáticos, com as mais sagradas tradições de respeito.
- O povo hindu não aproveitou como devia as experiências sagradas no orbe terrestre, embora grandes emissários como KRISHNA e BUDA tenham sido mandados em sua ajuda - Muitos destes encontram-se ainda hoje em sua jornada de redenção no globo terrestre.
Os Arianos
Era na Índia de então que se reuniam os arianos puros, entre os quais cultivavam-se igualmente as lendas de um mundo perdido, no qual o povo hindu colocava as fontes de sua nobre origem. Alguns acreditavam se tratasse do antigo continente da Lemúria, arrasado em parte pelas águas dos Oceanos Pacífico e Índico.
A realidade, porém, qual já vimos, é que, como os egípcios e os hindus eram um dos ramos da massa de proscritos da Capela, exilados no planeta. Deles descendem todos os povos arianos, que floresceram na Europa e hoje atingem um dos mais agudos períodos de transição na sua marcha evolutiva. O pensamento moderno é o descendente legítimo daquela grande raça de pensadores, que se organizou nas margens do Ganges, desde a aurora dos tempos terrestres, tanto que todas as línguas das raças brancas guardam as mais estreitas afinidades com o sânscrito, originário de sua formação e que constituía uma reminiscência da sua existência pregressa, em outros planos.
Os Mahatmas
Da região do Ganges partiram todos os elementos irresignados com a situação humilhante que o degredo na Terra lhes infligia. As arriscadas aventuras forneceriam uma noção de vida nova e aqueles seres revoltados supunham encontrar o esquecimento de sua posição nas paisagens renovadas dos caminhos; lá ficaram, apenas, as almas resignadas e crentes nos poderes espirituais que as conduziriam de novo às magnificências dos seus paraísos perdidos e distantes.
Os cânticos dos Vedas são bem uma glorificação da fé e da esperança, em face da Majestade Suprema do Senhor do Universo. A faculdade de tolerar, e esperar, aflorou no sentimento coletivo das multidões, que suportaram heroicamente todas as dores e aguardaram o momento sublime da redenção.
Os "mahatmas" (grandes almas) criaram um ambiente de tamanha grandeza espiritual para seu povo, que, ainda hoje, nenhum estrangeiro visita a terra sagrada da Índia sem de lá trazer as mais profundas impressões acerca de sua atmosfera psíquica. Eles deixaram também, ao mundo, as suas mensagens de amor, de esperança e de estoicismo resignado, salientando- se que quase todos os grandes vultos do passado humano, progenitores do pensamento contemporâneo, deles aprenderam as lições mais sublimes.

Irmãos de Órion - Transmigrações Interplanetárias
Segundo pesquisadores, muitos de nós somos esses exilados tentando recuperar o tempo perdido, portanto caminhemos juntos sempre com a intenção de avanço, mas não só para o nosso progresso, mas para o de todas as civilizações.
Paz e Luz nessa caminhada!
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O amor nunca faz reclamações; dá sempre.
O amor tolera; jamais se irrita e nunca exerce vingança.
O amor é a força mais sutil do mundo.
(Mahatma Gandhi)
Dissemine a paz.
Cultive o amor ao próximo.
Seja instrumento de união e harmonia.
Talvez um dia o 'seu mundo' se torne um lugar bom para se viver.
Quando acontecer, você contribuiu para isso.   


 
 
O amor que remove montanhas,
o amor que inspira a todos a desejarem um mundo melhor,
o ser humano que ama a todos como a si mesmo,
e que deseja apenas ser  . . . ser luz  e finalmente
 encontrar  o Reino de Deus
em seu coração !!!
 
Irene Ibelli 
Empreendedora Digital, Humanista e Espiritualista
Eleita Cidadã Planetária Pelo Projeto
Vôo da Águia